Nesta quinta-feira (28), a Trensurb promoveu ações conjuntas com a Fundação La Salle, alusivas ao Agosto Lilás, nas estações Canoas e Mathias Velho. Durante as atividades, foram distribuídos aos usuários do metrô materiais gráficos de conscientização, contendo dados sobre a violência de gênero, além de informações sobre canais de denúncia e acolhimento às vítimas.
Desde o ano passado, Trensurb – por meio de seu Setor de Responsabilidade Social – e La Salle somam forças para promover ações de cunho social. A parceria foi formalizada neste ano com a assinatura de um acordo de cooperação técnica entre as organizações, visando também a expansão dessas atividades.
"Infelizmente, ainda temos muitos casos de violência de gênero, e no Estado também há um aumento significativo de casos de tentativa e de feminicídio consumado”, relata Ana Paula Ferreira, analista de políticas públicas da Fundação La Salle. Conforme ela, "é importante falarmos sobre o combate e enfrentamento da violência de gênero, principalmente nesses meses em que há esse marco para abordar o tema, tanto por parte de instituições como do poder público, que somam esforços para conscientizar a população, e mostrarmos as formas de denunciar, os serviços de acolhimento e a possibilidade de romper esses ciclos de violência".
As ações desta quinta-feira ocorreram, no turno da manhã, na Estação Canoas e, à tarde, na Estação Mathias Velho. Chefe do Setor de Responsabilidade Social da Trensurb, Renato Dilelio participou das atividades, entregando material aos usuários e abordando o tema da conscientização. Ele avalia positivamente os impactos da iniciativa. "Essa parceria da Trensurb com a Fundação La Salle visa trabalharmos, juntamente com os usuários, a parte de conhecimento dessa importante pauta que é o Agosto Lilás e o Feminicídio Zero. Temos que orientar e instruir tanto as mulheres que são vítimas, para que elas se sintam acolhidas e protegidas, como também fazemos a conscientização dos homens”, afirma. "A nossa parceria com a La Salle dá importância em trabalhar a parte social, e faz parte também da política social e da política afirmativa da empresa”, completa Renato.