Uma visita que realizou e despertou sonhos

“Realização de um sonho” foi como a mãe de Diego Rodrigues da Rosa, Liliane, definiu a visita do filho à Trensurb. Acontece que Diego é fascinado por trens. Pesquisa em casa sobre o funcionamento do metrô e acessa constantemente o site da empresa para saber das novidades.  É mais que um simples passageiro. Ele não apenas utiliza o serviço da Trensurb como meio de transporte rápido e eficiente, ele desfruta a viagem. Por vezes, já foi à Estação Unisinos com o único objetivo de viajar de trem, sem ter propriamente um destino certo ou algum compromisso que exigisse a locomoção. Foi por conta dessa admiração que a família de Diego entrou em contato com a Trensurb para solicitar uma visita à sede da empresa. Morador de São Leopoldo, o adolescente de 17 anos é portador do transtorno do espectro autista e do transtorno bipolar.

No dia da visita, saiu do Colégio Estadual Professor Victor Becker, onde estuda, deu uma rápida passada em casa e tomou o caminho da estação mais próxima para conhecer a vida na Trensurb. Com muitas perguntas sobre o funcionamento da empresa, Diego conheceu o prédio administrativo, visitou o Centro de Controle Operacional e caminhou pelo pátio da empresa. Queria ver tudo. Foi às oficinas, entrou na cabine do operador e não economizou nas fotos com os trens. Mostrou saber bastante sobre a operação dos trens em razão das pesquisas em casa e do que observa na linha. E diz conhecer um dos trens que rodam pelas vias da Trensurb. “Eu decoro todos os trens que passam. Do 101 ao 125; do 226 ao 240. Eu anoto a ordem”, conta.

Se engana quem acha que Diego se satisfaz com apenas uma visita. Além de perguntar quando poderia marcar outra vinda, ainda disse: “Falo para o meu pai desde os 12 anos: quando eu tiver 21 anos vou dirigir um desses”.

Um dia após a visita, a mãe, Liliane, enviou uma carta de agradecimento à Trensurb: “Há muito tempo não via meu filho tão feliz, pois realizou um sonho que tinha desde bem pequeno. Agradeço aos funcionários que foram muitíssimo atenciosos e o trataram muito bem, pois ele disse que as pessoas lá realmente gostavam do que faziam, e que ficou maravilhado com a recepção que teve”.

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