O engenheiro campeão

Felipe Voelcker, de 37 anos, nascido e morador de Porto Alegre, é engenheiro civil no Setor de Via Permanente (Sevip) da Trensurb desde 2015. Graduou-se no segundo semestre de 2006 e resolveu empreender com um amigo no ramo imobiliário, onde atuou por seis anos. Após enfrentar dificuldades, decidiu prestar concurso público. Entre 2012 e 2013, ingressou em processos seletivos do Detran/RS e da Trensurb. Aprovado no Detran, trabalhou por lá durante quase dois anos. Ambientado e feliz, sequer pensava em sair. Curtia férias em Gramado quando foi chamado pela Trensurb e optou por voltar à capital para atender à convocação. Gostou do que viu e escutou na empresa e, então, resolveu encarar um novo desafio.

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No trabalho e na vida, colecionando viagens

Noeli Cruz Carlos, de 55 anos, nascida e moradora de Porto Alegre, trabalha na empresa desde 1987 e atualmente é operadora de trens. Com dois meses de vida, Noeli foi com a família morar em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, local onde viveu até os 25 anos de idade. Lá, estudou e obteve licenciatura em matemática. Quando voltou a Porto Alegre com a família, estava à procura de emprego e um amigo sugeriu que participasse da seleção para ingressar na Trensurb.

Em julho de 1987, entrou na empresa para desempenhar a função de agente de estações, sendo esse seu primeiro emprego. Permaneceu no cargo por dois anos, até que em 1989 fez um concurso interno para tornar-se operadora de trens: “Era o que eu achava que me identificava e, realmente, foi o que eu gostei mais”, afirma sobre a função que exerce até hoje. Noeli diz que cada viagem é diferente da outra, pois nunca sabe qual será o comportamento dos usuários. Ela conta que fica encantada com o olhar das crianças para a cabine do trem, que às vezes abanam, das plataformas. No momento, ela pensa em se aposentar, já que está completando 30 anos de experiência e de Trensurb.

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Mantendo a Trensurb nos trilhos

Vinícius Link, de 35 anos, nascido e morador de Porto Alegre, é supervisor de manutenção leve no Setor de Oficina (Seofi) da Trensurb desde 2015. Vinícius começou sua carreira profissional no comércio, atuando como vendedor por dez anos. Porém, antes da Copa do Mundo no Brasil, em 2014, enxergou outras possibilidades entre as vagas que surgiriam. Fez um curso técnico de eletrotécnica e passou a trabalhar com manutenção predial em shoppings da capital, exercendo cargos de auxiliar de elétrica, eletricista e supervisor de equipe, até prestar concurso para ser técnico metroviário na Trensurb, em 2012.

“O que me atraiu para eletrotécnica na verdade foi a parte de projetos, de desenvolvimento de cabos, projeto elétrico de casas e de prédios”, afirma Vinícius a respeito da escolha da área na qual já trabalha há quatro anos. “Acabei vendo o projeto de um amigo, me inscrevi na escola e gostei muito da área. Só que acabei não me encaminhando muito para o lado de projetos, a vida foi me levando para outros lados, acabei na parte da manutenção predial”, relata.

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Na escola ou nos trilhos, guiando pessoas

André Gilberto Bouffet Prado, de 35 anos, nascido e morador de Canoas, é operador de trens na Trensurb desde dezembro de 2010. André iniciou sua carreira profissional com 17 anos, na indústria. Em 2006, passou no concurso para trabalhar como agente metroviário no metrô gaúcho. Em 2010, participou de seleção interna para fazer parte do Setor de Tráfego (Setra), tornando-se então operador.

Formado em matemática, André fez estágios em uma escola do ensino fundamental e uma do ensino médio, ambas em Canoas, no ano de 2007. Após a formatura, optou por continuar na Trensurb em vez de seguir carreira na nova profissão. Ele explica sua escolha: “Na época o professor não estava tão valorizado, como ainda não é. As pessoas não têm a cultura de valorizar a profissão de docente. E como tinham muitos problemas, até mesmo de violência contra professores, acabei desgostando um pouco da situação e deixando de lado”. Sobre a possibilidade de voltar a lecionar, o operador afirma: “No momento não penso ainda, mas não sou taxativo, não descarto”.

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O cérebro do metrô

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com mais de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 48 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores e um órgão de auditoria interna. Conheça o trabalho do Setor de Controle Operacional (Secot).

Quem faz? Atualmente a equipe do Secot possui 33 membros, todos controladores operacionais. Destes, 29 empregados trabalham em regime de escalas de revezamento dentro do Centro de Controle Operacional (CCO), sendo cinco supervisores. Além deles, existem ainda outros sete empregados em treinamento, sendo três no CCO.

O que faz? O Secot é responsável pelo Centro de Controle Operacional, que monitora todas as demandas provenientes da operação dos trens. Entre suas diversas atribuições é possível destacar as principais funções de controle: acesso às áreas operacionais, da operação do sistema de monitoramento dos trens, do tráfego de trens, de limpeza de trens, de entrada e saída de trens na via, de acesso às pessoas portadoras de deficiência, de tráfego dos usuários nas estações e plataformas de embarque e da programação da manutenção dos veículos.

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Novas tecnologias

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com mais de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 48 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores e um órgão de auditoria interna. Conheça o trabalho do Setor de Projetos de Sistemas e Inovação Tecnológica (Seitec).

Quem faz? O contingente do setor é dividido em dois. No prédio administrativo ficam nove funcionários e no prédio do Setor de Oficinas, mais cinco. São oito engenheiros (quatro engenheiros eletricistas e quatro mecânicos), cinco técnicos (um mecânico e o restante elétricos) e um analista de sistemas. Dois estagiários também trabalham no setor, um cursa engenharia mecânica e o outro de produção.

O que faz? O Seitec atua de maneira ampla dentro da Trensurb, sendo responsável por assuntos técnicos de vários sistemas da empresa como: energia, sinalização de via, circuito fechado de TV, trens, radiocomunicação. Sempre com foco em modernização, inovação tecnológica e eficiência energética, trabalhando em equipe com as diversas unidades da empresa.

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