Novo sistema de radiocomunicação

A Trensurb está implantando o sistema de radiocomunicação digital com tecnologia Tetra, que possibilitará a transmissão com mais qualidade e desempenho de recursos de voz e dados com conexão direta ao Centro de Controle Operacional (CCO) do metrô. O objetivo do projeto é trazer um sistema de comunicação mais eficaz para a empresa, garantindo a evolução tecnológica do sistema de radiocomunicação e incorporando novas funcionalidades, que trarão mais segurança, regularidade e maiores vantagens tecnológicas.

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Apaixonado por trens

Rodrigo Radaelli Alves, 33 anos, morador de Canoas, atua há cerca de um ano e meio como técnico em eletrotécnica no Setor de Projetos de Sistemas e Inovação Tecnológica (Seitec) da Trensurb. Antes disso e de passar um tempo longe da empresa, havia trabalhado por quatro anos na área operacional. Ao prestar concurso público aos 21 anos, ele ingressou como agente metroviário do processo de operação de estações, com um sonho de se tornar operador de trens. Em 2010, participou do processo seletivo interno para a função. Teve bom desempenho na primeira etapa do concurso interno, mas infelizmente não conseguiu passar pela segunda fase e seu sonho acabou esquecido por um tempo.

Em 2011, Rodrigo decidiu seguir outros caminhos e saiu da empresa. Formado em eletrotécnica, tomado pelo novo, resolveu mudar. Com espírito aventureiro e paixão por conhecer novos lugares, mudou-se para Arroio do Meio após ser aprovado em concurso para trabalhar na Empresa Gaúcha de Rodovias. Lá, atuou por quatro anos antes de regressar à Trensurb, aprovado em novo concurso.

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Uma trajetória de amadurecimento

José Eurico Reis Pinto tem 58 anos, é natural de Porto Alegre e trabalha há 33 anos na Trensurb. Começou em 11 de março de 1985, poucos dias após o início da operação comercial do metrô, em 4 de março. Reis, como é chamado pelos colegas, ingressou como agente de estação e, a partir de 1987, passou a atuar como operador de trens. Em 2010, foi aprovado no processo seletivo interno para trabalhar no Centro de Controle Operacional (CCO) da empresa, onde atua até hoje.

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Coordenando a atividade-fim da empresa

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com cerca de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 49 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores, um órgão de auditoria interna e uma ouvidoria. Conheça o trabalho da Gerência de Operações (Geope).

Quem faz? A equipe da Geope é composta por quatro empregados: um gerente, dois assessores e um administrador. Também faz parte do setor um estagiário de nível superior.

O que faz? A Gerência de Operações é o órgão da empresa responsável pela orientação, coordenação e controle da execução das diretrizes estabelecidas pela Diretoria de Operações (Dirop) para as atividades centralizadas de controle operacional, de produção de transporte, venda de créditos de viagem, atendimento, informações e segurança dos usuários. Estão subordinadas à unidade os setores de Controle Operacional (Secot), Tráfego (Setra) e Operações (Seope).

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Olhares diversos em destaque

Já estão expostas na Galeria Mario Quintana, na Estação Mercado, as fotos vencedoras da ação cultural de fotografia amadora comemorativa aos 33 anos da Trensurb e aos 12 anos da galeria – ambos completados neste mês. Na última segunda-feira (19),  na própria Galeria Mario Quintana, o diretor-presidente da Trensurb, David Borille, recebeu os autores das fotografias e entregou certificados de reconhecimento a eles. Dos vencedores da categoria usuários, estiveram presentes Adilar Signori, Otávio Rogério dos Reis Ramos, Luiz Eduardo Fontoura, Marco Vinicius Martins e Thomas Fernandes Santana. Na categoria colaboradores, compareceram Djessi Carvalho, Antônio Ricardo Quintana e Michele da Silva Ferreira.

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Uma segunda família na Trensurb

“É uma família, uma vida aqui dentro”. Essa declaração resume o sentimento de Ari Tonini, 63 anos, sobre o que é trabalhar na Trensurb. Natural de Ibirubá, Ari, que atua no Setor de Oficina (Seofi), formou-se em mecânica pela escola técnica Parobé no ano de 1973. Participou da seleção para ingressar na Trensurb em setembro de 1984 e foi convocado em março do ano seguinte. Desde então, atua na área de manutenção da empresa. Hoje, ele faz parte do plantão de manutenção corretiva dos trens. Suas atividades envolvem o auxílio no reparo de avarias que os veículos podem eventualmente apresentar.

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