Mãe, metroviária e mestranda

Kelen dos Santos Jaboinski Valério tem 29 anos, é natural de Porto Alegre e mora há três anos em Canoas. Graduada em filosofia pela UFRGS, tem pós-graduação em psicopedagogia pela Unilasalle e atualmente cursa mestrado em filosofia para crianças, pela Universidade dos Açores, em Portugal. No final deste ano, irá defender sua tese em Portugal. Em 2012, Kelen prestou o concurso público da Trensurb, para a função de agente metroviária. Em agosto de 2013, ela foi convocada e, desde então, desempenha a função para a qual foi selecionada, atendendo os usuários do metrô.

Foi no primeiro ano de empresa que, trabalhando na Estação Canoas, conheceu seu marido, Júlio Valério, que também atuava no local. Casados há quatro anos, eles adotaram três filhos de quatro patas, os cães Chico, Bruce e Thobias. Mais tarde, pra completar a família, veio o bebê Pietro, que completou um ano em abril. “Ao descobrir que estava grávida do Pietro, fiquei muito contente e, ao mesmo tempo, preocupada. O que me aliviou bastante foi o amparo que recebi dentro e fora da empresa”, relata Kelen. Ela e o marido estavam trabalhando juntos na Estação Niterói antes do nascimento do filho. Hoje, atuam em turnos diferentes para melhor adaptar suas rotinas às necessidades do bebê.

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Disposição para contribuir

Michael Luciano Chaves Franz tem 36 anos, é natural e morador de Esteio. Engenheiro mecânico graduado na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Michael prestou concurso para a Trensurb em 2009, ingressando na empresa em 2013. Anteriormente, trabalhou por 11 anos em empresas de bens manufaturados, a InBetta e a Springer Carrier, onde exerceu as funções de técnico de manutenção, técnico de projetos e engenheiro de projetos.

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Irmãos juntos na vida e no trabalho

Larissa Gueno de Paoli tem 31 anos, é natural de Boqueirão do Leão, no interior do estado, e trabalha há sete anos na Trensurb. Ela é formada em design de interiores, função que desempenha no contraturno da sua escala de trabalho. Fernando Gueno de Paoli é natural de Porto Alegre, tem 24 anos e, no próximo mês de março, completa cinco anos na Trensurb. Fernando é técnico em administração por formação e atualmente cursa gestão pública. Os dois têm em comum o mesmo sobrenome, trabalham na mesma empresa e um laço ainda maior que os une: são irmãos.

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Uma trajetória de amadurecimento

José Eurico Reis Pinto tem 58 anos, é natural de Porto Alegre e trabalha há 33 anos na Trensurb. Começou em 11 de março de 1985, poucos dias após o início da operação comercial do metrô, em 4 de março. Reis, como é chamado pelos colegas, ingressou como agente de estação e, a partir de 1987, passou a atuar como operador de trens. Em 2010, foi aprovado no processo seletivo interno para trabalhar no Centro de Controle Operacional (CCO) da empresa, onde atua até hoje.

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Geman

Trens, trilhos, prédios e equipamentos

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com cerca de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 49 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores, um órgão de auditoria interna e uma ouvidoria. Conheça o trabalho da Gerência de Manutenção (Geman).

Quem faz? A equipe da Geman é constituída por um gerente, formado em engenharia mecânica, um assistente de serviços gerais, uma técnica de gestão e uma estagiária de ensino médio. Estão subordinadas à gerência três unidades organizacionais: os setores de Manutenção Predial e Equipamentos (Semap), Oficina (Seofi) e Via Permanente (Sevip).

O que faz? A Gerência de Manutenção é a área responsável pela orientação, coordenação, planejamento e controle da execução das diretrizes estabelecidas pela Diretoria de Operações para as atividades de manutenção do material rodante, via permanente, edificações e equipamentos eletromecânicos.

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Fé e superação

Omar Slaviero tem 58 anos e é natural de Flores da Cunha. Formou-se técnico em eletrônica pela Escola Técnica Federal de Pelotas no ano de 1982. Dois anos depois, ingressou na Trensurb por meio de seleção pública.

Trabalhando no Setor de Sinalização (Sesin), ele atua diretamente com a correção de falhas nos bloqueios eletrônicos das estações. “É um sistema complexo e interessante, então não caímos na rotina de fazer sempre a mesma coisa. Cada vez tem um defeito diferente e um efeito diferente. É como um quebra-cabeça, nunca fica naquela monotonia”, afirma. Um dos pontos que considera positivos no seu dia a dia é a oportunidade de interagir com diversos colegas que atuam nas estações.

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