Engenheiro, profissional de TI e segurança

O agente metroviário Bruno Tombesi Beck tem 27 anos e é natural de Porto Alegre, cidade onde reside até hoje. Quando mais jovem, Bruno decidiu ingressar no setor da informática e fez cursos básicos para obter conhecimento na área até chegar ao curso técnico. Também iniciou um curso de graduação em Relações Internacionais, mas acabou não concluindo o mesmo. Hoje, Bruno é graduado em Engenharia Civil pela UniRitter. Seu trabalho de conclusão de curso teve como tema a via permanente da Trensurb. A decisão de cursar engenharia surgiu após o nascimento de sua filha, Sofia, hoje com seis anos. Antes disso, Bruno foi estagiário no Tribunal de Justiça do estado, atuando na área de tecnologia da informação. “Passei muito tempo lá como estagiário, eu até brincava que era um estagiário profissional”, conta. Estagiou também na Assessoria de Relações Internacionais do Governo do Estado.

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Mengue

Acertando os ponteiros

Na foto, Luis Mengue (dir.) e seu colega Rui Meira – que contribuiu na montagem do hardware projetado por Mengue – apresentam o sistema de gerenciamento remoto de centrais horárias aos diretores Humberto Kasper e Francisco Vicente

O metroviário Luis Antonio Mengue formou-se em ciência da computação pela Universidade Luterana do Brasil no dia 19 de fevereiro, uma sexta-feira. Pouco mais de 24 horas depois, no final da noite de sábado, ele colocou em funcionamento, na Trensurb, o projeto que foi seu trabalho de conclusão de curso. Com alguns comandos dados por meio de softwares e hardwares que ele mesmo desenvolveu, Mengue realizou o acerto centralizado de horário de verão em todas as centrais horárias analógicas da Trensurb, localizadas entre as estações Mercado e São Leopoldo. Anteriormente, esse processo envolvia diversas equipes e poderia chegar a durar mais de um dia. “Ver tudo funcionando no sábado foi um prazer imenso, do ponto de vista acadêmico e profissional”, afirma o novo bacharel em ciência da computação.

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Gerindo informações e sistemas

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com mais de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 48 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores e um órgão de auditoria interna. Conheça o trabalho da Gerência de Informática (Geinf).

Quem faz? A equipe da Geinf é composta por oito empregados: sete analistas de sistemas, incluindo o gerente , e um assistente de serviços. Há, ainda, três estagiários: um de ensino médio e dois de ensino superior (cursando ciências da computação e segurança da informação).

O que faz? A gerência trabalha em diversas áreas da tecnologia da informação (TI), desde a aquisição de licenciamento de software para todas as unidades organizacionais (UOs) até o gerenciamento e a atualização da infraestrutura de TI (equipamentos de rede, servidores e armazenamento). As atividades da Geinf incluem a distribuição de todos os computadores utilizados na empresa, ilhas de impressão, rede WiFi, suporte aos usuários no uso dos sistemas utilizados internamente e manutenção de sistemas básicos como e-mail, site, firewall, controle de usuários de rede e antivírus. A equipe está atuando ainda na implantação de quatro grandes sistemas na empresa: um sistema integrado de gestão de recursos humanos, um de business intelligence, o Sistema Eletrônico de Informações e o Dynamics AX. Recentemente, assumiu também a manutenção do circuito fechado de TV da empresa.

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