O cara da telefonia

Simão Israel Waschburguer tem 43 anos, é natural de Sapiranga e atualmente mora em Campo Bom. Em função de empregos anteriores, já morou em diversas regiões do estado. Hoje, ele trabalha como técnico em eletrônica no Setor de Sinalização (Sesin) da Trensurb. Concluiu o curso técnico na Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha no ano 2000, mas, desde 1997, antes mesmo de se formar, já atuava na área.

Simão também tem outra formação técnica, em contabilidade, concluída em 1994, na escola 31 de Janeiro, em Campo Bom. Porém ele acabou não gostando da área, não se aprofundou nela e decidiu mudar para a eletrônica – tema do qual sempre gostou.

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Muito além da segurança

A segurança metroviária da Trensurb tem como suas principais atribuições prestar assistência aos passageiros dos trens, monitorar o sistema, acompanhar pessoas com deficiência, coibir irregularidades e delitos nas dependências do metrô, fazer a interface com os órgãos de segurança pública e acioná-los quando necessário. Mas há também ocasiões em que os agentes da segurança vão além do seu dever para auxiliar os usuários em situações extraordinárias.

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O bom filho a casa torna

A história de Ana Paula Pinheiro Almada na Trensurb começou meio “sem querer”. Ana graduou-se em História no IPA e, na época, sonhava em lecionar em universidades. Buscando preparar-se para essa atividade, cursou mestrado em Letras pela Universidade do Porto, em Portugal. Quando retornou ao Brasil, Ana Paula percebeu que a docência não era para ela e decidiu prosseguir nos estudos, mas com foco em concursos.

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Coordenando a atividade-fim da empresa

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com cerca de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 49 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores, um órgão de auditoria interna e uma ouvidoria. Conheça o trabalho da Gerência de Operações (Geope).

Quem faz? A equipe da Geope é composta por quatro empregados: um gerente, dois assessores e um administrador. Também faz parte do setor um estagiário de nível superior.

O que faz? A Gerência de Operações é o órgão da empresa responsável pela orientação, coordenação e controle da execução das diretrizes estabelecidas pela Diretoria de Operações (Dirop) para as atividades centralizadas de controle operacional, de produção de transporte, venda de créditos de viagem, atendimento, informações e segurança dos usuários. Estão subordinadas à unidade os setores de Controle Operacional (Secot), Tráfego (Setra) e Operações (Seope).

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Supervisionando a manutenção de sistemas e energia

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com cerca de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 48 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores e um órgão de auditoria interna. Conheça o trabalho da Gerência de Sistemas (Gesis):

Quem faz? A equipe da Gesis é constituída por quatro pessoas: o gerente, que tem formação em engenharia, uma técnica em administração, um assistente de administração e uma estagiária de nível médio. A gerência está ligada à Diretoria de Operações e subordinam-se a ela dois setores: o de Energia (Senerg) e o de Sinalização (Sesin)

O que faz? As atividades desenvolvidas pela Gesis dizem respeito a orientação, supervisão, controle e execução da manutenção de sistemas que asseguram condições para que a operação da Trensurb transcorra de modo rápido e seguro.

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Trabalhando com segurança

Amanda Sulzbach, de 22 anos, nasceu no município de Estrela, no interior do estado, mas mora em Porto Alegre desde os cinco. Após prestar vários concursos públicos, ao acompanhar o site da Trensurb, descobriu que haveria um processo seletivo para trabalhar na empresa. Ela se inscreveu, fez a prova e passou na sétima colocação. Em julho, completou um ano atuando como agente da segurança metroviária, no Setor de Operações.

Estudante de psicologia na PUCRS, Amanda conta que nunca havia andado de trem quando prestou o concurso em 2012. Ao ingressar na empresa, há cerca de um ano, foi surpreendida pela forma como foi recebida pelos colegas: “Quando cheguei, fui bem acolhida e a recepção superou minhas expectativas! Achei que haveria preconceito por eu ser mulher e estar neste espaço, mas aqui existe muita parceria”.

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