Internet das coisas e análise de dados do aeromóvel

Recentemente, profissionais que atuam no Centro de Desenvolvimento Operacional Aplicado à Tecnologia Aeromóvel, da Trensurb, desenvolveram um sistema que compila e apresenta graficamente dados captados por sensores presentes na linha que conecta a Estação Aeroporto do metrô ao Terminal 1 do Salgado Filho. O trabalho deles foi apresentado durante a 44ª reunião do Grupo Permanente de Autoajuda na área de Manutenção Metroferroviária, que tem como objetivo discutir, avaliar e viabilizar soluções técnicas conjuntas entre operadoras de todo o Brasil. O evento foi parte da 23ª Semana de Tecnologia Metroferroviária, realizada em São Paulo entre 19 e 22 de setembro.

O projeto, intitulado Internet das coisas a baixo custo e linguagem Python aplicados na operação metroviária, foi desenvolvido pelo técnico em eletrônica Eduardo Sachser, o engenheiro mecânico Gustavo Knies e o engenheiro eletricista Davi Vital, contando com contribuições de diversos outros profissionais da Trensurb. Sua aplicação possibilita o armazenamento de informações coletadas pelos sensores do aeromóvel e, com o auxílio de um programa desenvolvido pelos profissionais, proporcionar a análise minuciosa desses dados.

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Cheia de energia

Cristiane de Carvalho Silva, de 31 anos, nascida em Sapucaia do Sul e moradora de Novo Hamburgo, é supervisora de manutenção elétrica no Setor de Energia (Senerg) da Trensurb. Ela começou sua carreira profissional aos 17 anos e seu primeiro estágio foi através de um curso técnico, quando passou a trabalhar com projetos prediais, industriais e subestações de energia. Atuou em várias empresas da área de projetos elétricos até prestar um concurso para a vaga de técnica em eletrotécnica na Trensurb. Deu início à sua história na empresa em agosto de 2011.

Primeiramente, trabalhou no plantão de manutenção do Senerg por três anos, até se tornar supervisora de manutenção, encarregada da organização e programação das atividades de manutenção noturna. Agora em uma tarefa mais administrativa, Cristiane sente saudade das antigas atividades. “Gostava muito de trabalhar no plantão, pela parte de ir a campo, descobrir os problemas e buscar soluções, resolver por mim mesma”, declara.

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O trabalho dos metroviários na visão dos usuários

1º de maio é o Dia do Trabalhador, um dia de luta, de reflexão e de celebração da importância do trabalho de cada um. Em uma atividade comemorativa ao Mês do Trabalhador, a Trensurb convidou usuários do metrô – também trabalhadores – para conhecer a sede da empresa e um pouco do trabalho desenvolvido pelos profissionais da Trensurb que pouco aparece para o público em geral. Esses trabalhadores, usuários do trem, também nos falaram sobre aquilo que pensam dos resultados do trabalho prestado pelos metroviários e do atendimento à população realizado pelos trabalhadores da Trensurb.

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Mantendo a Trensurb nos trilhos

Vinícius Link, de 35 anos, nascido e morador de Porto Alegre, é supervisor de manutenção leve no Setor de Oficina (Seofi) da Trensurb desde 2015. Vinícius começou sua carreira profissional no comércio, atuando como vendedor por dez anos. Porém, antes da Copa do Mundo no Brasil, em 2014, enxergou outras possibilidades entre as vagas que surgiriam. Fez um curso técnico de eletrotécnica e passou a trabalhar com manutenção predial em shoppings da capital, exercendo cargos de auxiliar de elétrica, eletricista e supervisor de equipe, até prestar concurso para ser técnico metroviário na Trensurb, em 2012.

“O que me atraiu para eletrotécnica na verdade foi a parte de projetos, de desenvolvimento de cabos, projeto elétrico de casas e de prédios”, afirma Vinícius a respeito da escolha da área na qual já trabalha há quatro anos. “Acabei vendo o projeto de um amigo, me inscrevi na escola e gostei muito da área. Só que acabei não me encaminhando muito para o lado de projetos, a vida foi me levando para outros lados, acabei na parte da manutenção predial”, relata.

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Garantia de manutenção, energia e prestação de serviço

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com mais de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 48 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores e um órgão de auditoria interna. Conheça o trabalho do Setor de Energia (Senerg).

Quem faz? Aproximadamente 50 empregados são responsáveis por garantir o devido funcionamento do Senerg. A equipe é composta por técnicos, assistentes de manutenção, engenheiros e operadores.

O que faz? O Setor de Energia é responsável por garantir a distribuição de todo o fornecimento energético da empresa, desde suas edificações no pátio administrativo – oficinas, estações de trabalho, equipamentos, refeitório, etc. – até as estações do metrô e toda a Linha 1 da Trensurb, o que é indispensável para garantir a tração dos trens. A equipe também é responsável pela manutenção da rede aérea, cujos serviços, por vezes, devem acontecer em dias de fortes chuvas. Tudo para garantir a circulação dos trens e a prestação de serviços à população, conforme o chefe do setor, Vinícius Nunes. “O Senerg tem como objetivo manter os sistemas de abastecimento de energia elétrica e de rede aérea de tração em perfeito funcionamento, atuando de forma eficiente, com segurança e contribuindo para a satisfação dos clientes internos e da sociedade”, explica Vinícius.

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Foco na qualidade do trabalho e na família

Dentro da Trensurb, diversos setores atuam em conjunto para manter a operação em pleno funcionamento. Sem o uso de energia elétrica, é impossível manter a circulação dos trens, por isso os empregados do Setor de Energia (Senerg) estão sempre a postos, entre eles Luciano Ribas Nunes.

Luciano tem 43 anos, é natural de Pelotas, possui formação como técnico em mecânica pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Pelotas e técnico em eletrotécnica pela Escola Estadual Frederico Schmidt, de São Leopoldo. Antes de ingressar na Trensurb, atuou principalmente nas indústrias de plásticos, na Sanremo, e da borracha, na Tipler. Em ambas, suas tarefas sempre foram dedicas à manutenção industrial e o contato com as máquinas fez com que criasse uma afeição pela energia elétrica: “Minha atividade fim não era na parte elétrica, mas em muitos momentos realizei tarefas dessa área”.

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