Gilberto

34 anos de paixão pela profissão

Gilberto Nunes da Silva, 57 anos, é natural de Santo Antônio da Patrulha e morador de Esteio. Gilberto é assistente de serviços gerais no Setor de Oficina (Seofi) da Trensurb e atua na supervisão dos trabalhos de manutenção dos veículos ferroviários e rodoferroviários auxiliares, realizados pelas empresas contratadas. Metroviário há 34 anos, iniciou sua história na Trensurb antes mesmo de ingressar na empresa: em 1982, teve a oportunidade de participar das obras de implantação da Linha 1 quando trabalhava na contratada CR Almeida. Graças ao bom trabalho, foi convidado por um empregado da Trensurb para participar da seleção para atuar na empresa e, em 1985, tornou-se parte do efetivo da estatal. Desde então, trabalha na manutenção, na área onde são realizados os serviços preventivos e corretivos principalmente nos veículos auxiliares utilizados na manutenção da via.

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Disposição para contribuir

Michael Luciano Chaves Franz tem 36 anos, é natural e morador de Esteio. Engenheiro mecânico graduado na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Michael prestou concurso para a Trensurb em 2009, ingressando na empresa em 2013. Anteriormente, trabalhou por 11 anos em empresas de bens manufaturados, a InBetta e a Springer Carrier, onde exerceu as funções de técnico de manutenção, técnico de projetos e engenheiro de projetos.

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O metroviário que ajudou a construir a Trensurb

Luiz Alberto Silva Bastos, 62 anos, é natural de Bagé e trabalha há 34 anos na Trensurb. Hoje, atua no Setor de Sinalização, no turno da noite, fazendo a manutenção das câmeras de segurança. Ele saiu da cidade natal em busca de oportunidades e encontrou na Trensurb a chance de crescimento profissional: “Vim pra Porto Alegre porque Bagé é uma cidade da fronteira onde o emprego era meio complicado, então, em 1978, fui pra Rio Grande e de lá vim pra Porto Alegre, onde ingressei na Trensurb”. Luiz conta com orgulho que, em 1984, aos 28 anos, foi aprovado no processo seletivo da empresa.

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Geman

Trens, trilhos, prédios e equipamentos

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com cerca de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 49 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores, um órgão de auditoria interna e uma ouvidoria. Conheça o trabalho da Gerência de Manutenção (Geman).

Quem faz? A equipe da Geman é constituída por um gerente, formado em engenharia mecânica, um assistente de serviços gerais, uma técnica de gestão e uma estagiária de ensino médio. Estão subordinadas à gerência três unidades organizacionais: os setores de Manutenção Predial e Equipamentos (Semap), Oficina (Seofi) e Via Permanente (Sevip).

O que faz? A Gerência de Manutenção é a área responsável pela orientação, coordenação, planejamento e controle da execução das diretrizes estabelecidas pela Diretoria de Operações para as atividades de manutenção do material rodante, via permanente, edificações e equipamentos eletromecânicos.

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Desenvolvendo o aeromóvel

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com cerca de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 48 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores e um órgão de auditoria interna. Conheça o trabalho do Centro de Desenvolvimento Operacional Aplicado à Tecnologia Aeromóvel (Cedaer).

Quem faz? Gerência vinculada à Superintendência de Desenvolvimento e Expansão (Sudex), o Cedaer conta com duas pessoas: o gerente Davi Martins Lamas Vital, que é engenheiro eletricista, e uma técnica em administração. Três unidades organizacionais estão subordinadas ao Centro. São 13 empregados na Coordenação de Desenvolvimento Operacional (CDO), dez na Coordenação de Desenvolvimento de Manutenção (CDM) e dois na Coordenação de Desenvolvimento de Projetos, Estudos e Pesquisas (CDP).

O que faz? Os processos correspondentes ao Cedaer são o transporte de passageiros pelo aeromóvel, manutenção, desenvolvimento de melhorias e o aprimoramento do modal. A linha já transportou mais de 4 milhões de usuários e atualmente mantém média de aproximadamente 80 mil passageiros mensais. Segundo o gerente Davi, “é gratificante ver um modal novo surgindo e passando a fazer parte da rotina das pessoas. Considero importante e necessário avançarmos em novas tecnologias e entendermos o que cada uma tem a contribuir para a evolução das cidades”.

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Uma segunda família na Trensurb

“É uma família, uma vida aqui dentro”. Essa declaração resume o sentimento de Ari Tonini, 63 anos, sobre o que é trabalhar na Trensurb. Natural de Ibirubá, Ari, que atua no Setor de Oficina (Seofi), formou-se em mecânica pela escola técnica Parobé no ano de 1973. Participou da seleção para ingressar na Trensurb em setembro de 1984 e foi convocado em março do ano seguinte. Desde então, atua na área de manutenção da empresa. Hoje, ele faz parte do plantão de manutenção corretiva dos trens. Suas atividades envolvem o auxílio no reparo de avarias que os veículos podem eventualmente apresentar.

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