Entrevista: Galegos & Frangalhos, Laboratório-Escola e a arte-educação

Até o final de outubro, a unidade Mercado do Espaço Multicultural Livros sobre Trilhos (EMLsT), da Trensurb, recebe a exposição fotográfica Laboratório-Escola de Arte Popular: arte-educação (des)construindo corpos. O Laboratório-Escola é um espaço de desenvolvimento humano criado pelo Coletivo de Artes Galegos & Frangalhos. Busca oferecer experiências artístico-culturais transdisciplinares, tomando as artes como ponto de partida para caminhos alternativos na educação e na aprendizagem. O espaço conta com mais de 15 oficinas descentralizadas, gratuitas e/ou com preços populares e mais de 100 alunos. A Trensurb apoia a iniciativa por meio da divulgação das ações do Laboratório-Escola nos monitores do Canal Você e nos murais das estações. A exposição em cartaz traz fotografias do espaço e de sua história, suas oficinas e metodologias, além de expor alguns figurinos. As fotos da mostra são de Amanda Guimarães, João Pedro Lima, Marília Dias e Max Leidemer.

Na última semana, a plataforma da Estação Mercado recebeu uma intervenção artística do Coletivo Galegos & Frangalhos/Laboratório-Escola, que buscou chamar a atenção para a exposição e para o EMLsT. Novas intervenções similares devem ocorrer no local nos próximos meses.

Conversamos com o artista e arte-educador Bruno Flores, um dos fundadores do Coletivo, sobre a exposição, a parceria com a Trensurb, as atividades do grupo e do Laboratório-Escola. Leia a entrevista a seguir.

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Trensurb incentiva compartilhamento de livros entre metroviários

A Trensurb busca contribuir com a democratização do acesso à literatura e incentivar o hábito da leitura com iniciativas como o Espaço Multicultural Livros sobre Trilhos e o projeto Livros Livres. Agora, esses esforços estão sendo direcionados também aos empregados que atuam na estatal. Uma velha geladeira da empresa ganhou um novo propósito, transformando-se na Geloteca Livros Livres, um local para compartilhamento de obras literárias entre os metroviários na sede da Trensurb – a exemplo do que acontece nas caixas customizadas do projeto homônimo, que promove o compartilhamento de livros nas estações.

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Facilitando o acesso à literatura

Jânio Ayres, gerente de Comunicação Integrada da Trensurb

No Dia Nacional da Biblioteca* é importante registrar a relevância de iniciativas como os dois espaços culturais que a empresa disponibiliza aos usuários do metrô: a unidade da Livros sobre Trilhos na Estação Mercado e a recém inaugurada unidade na Estação Novo Hamburgo; esses dois locais têm um importante papel de facilitar o acesso ao livro, à literatura e o contato com mediações de leitura e afins.

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2018 na Trensurb: um ano de muita arte e cultura

Historicamente, a Trensurb busca ir além de sua atividade-fim e levar mais cultura aos usuários do metrô – e também a seus empregados –, alterando rotinas, proporcionando ambientes mais humanos e abrindo espaço para novos ou já reconhecidos talentos. Em 2018, isso não foi diferente e a empresa desenvolveu – ou abriu seus espaços para – diversos projetos e ações culturais. Saiba mais sobre eles a seguir.

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Dez anos de democratização da leitura

Biblioteca mantida pela Trensurb, localizada na plataforma de embarque da Estação Mercado do metrô, o Espaço Multicultural Livros sobre Trilhos (EMLsT) completou dez anos de atividades no último final de semana. O espaço funciona nos dias úteis, das 10h às 12h e das 13h às 19h, oferecendo serviço gratuito de empréstimo de livros aos seus 5,9 mil sócios. Conta com 8,4 mil publicações de diversos gêneros em seu acervo – ampliado somente por meio de doações –, além de uma área para exposições artísticas e fotográficas. Nesses dez anos de atividades, acumula mais de 67 mil empréstimos realizados.

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Conheça o slam: prática que leva poesia a ambientes não convencionais estará presente na Feira do Livro de Porto Alegre

Talvez desconhecido pela maioria, o slam é a prática de declamar poesia sem o auxílio de acompanhamento musical. Surgido em Chicago, em 1984, o movimento ganhou muitos adeptos por conseguir tirar a poesia dos livros e dos ambientes tranquilos e colocá-la nas ruas, próxima de quem quisesse ouvi-la.

O rapper e slammer (nome dado aos praticantes do slam) Vinícius Brasil é um dos diversos apaixonados pelo formato. Segundo ele, escrever poesias é sua válvula de escape. “Os sonhos são indispensáveis para seguirmos em frente, pois eles me mantêm vivo”, declara.

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