Busca pelo aperfeiçoamento e um pouco de sorte

Frank Alves Ferreira, de 27 anos, é natural de Santana da Boa Vista, no interior do estado, e conheceu a Trensurb quando cursava engenharia civil na Universidade Federal do Rio Grande. Ele teve a oportunidade de visitar a empresa em dois momentos de crescimento: o primeiro foi durante a expansão da linha do metrô até Novo Hamburgo; mais tarde, visitou as obras do aeromóvel. O engenheiro fez o concurso para a Trensurb em 2013, enquanto ainda estava na faculdade. Quando se formou, em 2015, ingressou em um mestrado em engenharia de transportes pela Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo. Logo, foi convocado para trabalhar na empresa. Frank diz que teve “um pouco de sorte”, pois quando iniciou o trabalho na Trensurb, já havia concluído as disciplinas presenciais do mestrado e pôde seguir a pesquisa à distância, tendo reuniões de orientação via internet.

Frank faz parte do Setor de Planejamento e Projetos de Mobilidade Urbana (Semob), que tem como uma de suas principais atribuições o planejamento da integração do sistema metroviário a outros modais de transporte, como ônibus e bicicletas. Recentemente, o engenheiro e seus colegas desenvolveram um novo mapa interativo de linhas de ônibus integradas ao metrô, já disponível no site da Trensurb.

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De São Leopoldo para Sevilla

Foto: Arquivo pessoal

Foto: Arquivo pessoal

Uma notícia boa quase fez a estudante de jornalismo Natália Scholz abraçar a todos que estavam com ela dentro do trem. Ao verificar seus e-mails durante a viagem, veio a notícia de que foi aprovada para fazer um intercâmbio de seis meses na Espanha.

“Logo liguei para todo mundo da minha família. Minha vontade era de contar para as pessoas do trem também, mas consegui me conter”, disse ela aos risos.

Natália mora no bairro São João Batista, em São Leopoldo, e está no sexto semestre de jornalismo na Unisinos. Durante seis meses, ela irá aprimorar seus conhecimentos na Universidade de Sevilla, no sul da Espanha.

“Espero crescer muito tanto profissionalmente, quanto pessoalmente. Quero conhecer outras culturas e incorporar isso na minha vida, sempre buscando melhorar quem eu sou”.

Enquanto o dia da viagem não chega, a Trensurb ajuda Natália a se conectar com o Instituto Cervantes, em Porto Alegre, onde tem aulas de espanhol:

“Graças ao trem e a esse curso, eu adquiri conhecimentos suficientes para ganhar minha bolsa para estudar lá fora”.

Para ela, o ambiente dos trens favorece o exercício da profissão:

“Eu gosto muito de como o trem reúne tantas pessoas diferentes. Para o fotojornalismo, é um prato cheio. Nunca fiz muitas fotos dentro do trem, mas é legal exercitar o olhar, buscar personagens que seriam interessantes para uma pauta”.

No entanto, hoje ELA É A PAUTA :)

A Trensurb conecta a Natália aos estudos. Agora conta pra gente: para quais conexões o trem te leva?