Gilberto

34 anos de paixão pela profissão

Gilberto Nunes da Silva, 57 anos, é natural de Santo Antônio da Patrulha e morador de Esteio. Gilberto é assistente de serviços gerais no Setor de Oficina (Seofi) da Trensurb e atua na supervisão dos trabalhos de manutenção dos veículos ferroviários e rodoferroviários auxiliares, realizados pelas empresas contratadas. Metroviário há 34 anos, iniciou sua história na Trensurb antes mesmo de ingressar na empresa: em 1982, teve a oportunidade de participar das obras de implantação da Linha 1 quando trabalhava na contratada CR Almeida. Graças ao bom trabalho, foi convidado por um empregado da Trensurb para participar da seleção para atuar na empresa e, em 1985, tornou-se parte do efetivo da estatal. Desde então, trabalha na manutenção, na área onde são realizados os serviços preventivos e corretivos principalmente nos veículos auxiliares utilizados na manutenção da via.

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Olhares diversos em destaque

Já estão expostas na Galeria Mario Quintana, na Estação Mercado, as fotos vencedoras da ação cultural de fotografia amadora comemorativa aos 33 anos da Trensurb e aos 12 anos da galeria – ambos completados neste mês. Na última segunda-feira (19),  na própria Galeria Mario Quintana, o diretor-presidente da Trensurb, David Borille, recebeu os autores das fotografias e entregou certificados de reconhecimento a eles. Dos vencedores da categoria usuários, estiveram presentes Adilar Signori, Otávio Rogério dos Reis Ramos, Luiz Eduardo Fontoura, Marco Vinicius Martins e Thomas Fernandes Santana. Na categoria colaboradores, compareceram Djessi Carvalho, Antônio Ricardo Quintana e Michele da Silva Ferreira.

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São Leopoldo completa 192 anos

Nesta semana, São Leopoldo completou 192 anos. E, no fim do ano, a Trensurb chega a 19 operando até o município. A cidade conhecida como “berço da imigração” tem sua origem em julho de 1824. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os primeiros imigrantes alemães chegaram a Porto Alegre em 1824, capital da província de São Pedro do Rio Grande, e em seguida foram enviados para a desativada Feitoria do Linho Cânhamo, um estabelecimento agrícola do governo. Esse local era às margens do Rio dos Sinos, região onde está localizada São Leopoldo, fundada em 25 de julho de 1824.

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Legado de família

Tal pai, tal filho: nas fotos, Felipe à esquerda, e o pai, Rogério, à direita

O eletrotécnico Felipe Falconi Parmeggiani, de 30 anos, trabalha no Setor de Projetos de Sistemas e Inovação Tecnológica (Seitec) da Trensurb, dando assessoria na organização e execução de projetos, com foco principalmente em economia de energia e redução de custos. “É uma satisfação pessoal realizar o sonho de trabalhar numa empresa pública e ter reconhecimento do meu talento”, afirma ele, que ingressou na estatal em setembro de 2012.

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Novo Hamburgo: 89 anos e uma conexão histórica ao transporte sobre trilhos

A cidade de Novo Hamburgo é conhecida como a Capital Nacional do Calçado. Anualmente, os pavilhões do Centro de Eventos e Negócios Fenac recebem feiras do setor de calçados. Desde 2014, com o início da operação comercial na Estação Fenac, a Trensurb facilita o acesso a esses eventos. Nesta semana, o município completa 89 anos, repleto de histórias da colonização alemã e origens marcadas pela construção de ferrovias.

Os imigrantes alemães começaram a chegar na região de São Leopoldo em 25 de Julho de 1824. Logo, uma sociedade rural se estabeleceu na região do Vale do Sinos. Rapidamente, também surgiram pequenos núcleos urbanos nas colônias. Um deles ficava na área de Hamburger-Berg (que hoje é o bairro Hamburgo Velho), a partir de onde se originou a Novo Hamburgo atual.

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Entrevista: Vila dos Ferroviários em Porto Alegre – uma experiência documental

Até 30 de setembro, a Biblioteca Livros sobre Trilhos, na plataforma da Estação Mercado, recebe a exposição fotográfica Vila dos Ferroviários em Porto Alegre – uma experiência documental, que traz fragmentos de pesquisa desenvolvida no curso de tecnologia em fotografia da Ulbra Canoas.

O objetivo do trabalho foi desenvolver uma descrição da vila por meio da fotoetnografia, buscando provocar o debate em torno das memórias do local e do patrimônio cultural dos habitantes. Os painéis na Biblioteca apresentam parte da pesquisa, contando com imagens do Grêmio Esportivo Ferrinho, da vila e seus moradores. O espaço cultural que abriga a mostra funciona de segunda a sexta-feira, das 10h às 20h.

Leia a seguir uma entrevista com a professora que coordenou o trabalho de pesquisa e fotografia, Alice Bemvenuti.

Quando surgiu o interesse pela Vila dos Ferroviários?

Em 2009. Procurei o senhor Hélio [Bueno] para conhecer o Grêmio Esportivo Ferrinho, pois havia uma indicação de que ele era uma pessoa muito importante para a história ferroviária. Em 2012, eu comecei a pesquisa com o grupo da Ulbra e, desde então, a pesquisa é feita anualmente e, a cada ano, a pesquisa foca determinado tema, pois são diversos assuntos que podem ser abordados.

O que os alunos pensam sobre a pesquisa?

Quando os alunos começam, não sabem nada sobre a ferrovia, é tudo novidade. Conforme anda a pesquisa, eles começam a se dar conta que possuem até familiares ferroviários e, assim, acabam agregando ainda mais ao trabalho, trazendo, muitas vezes, informações de pessoas próximas que foram ou que são ferroviários.

Qual a importância da pesquisa para a sociedade e para os ferroviários?

Hoje, penso que com a exposição inauguramos um acesso à memória que, talvez, a Trensurb e a sociedade careçam e, com a mostra estando aqui, porventura seja suprida essa carência, sendo importante para a Trensurb, para a população e, inclusive, para o Grêmio Esportivo Ferrinho, nosso principal apoiador.

Qual o teu pensamento sobre a exposição feita dentro das dependências da Trensurb?

Acho uma iniciativa muito legal. Penso que seja fundamental, tudo de bom. Acredito que a exposição vá gerar diversos frutos e, quem sabe, possamos pensar em algo mais permanente sobre a história do mundo ferroviário dentro dos espaços da Trensurb.

O que tu pensa sobre a relação da Trensurb com a cultura?

A Trensurb tem avançado a passos largos quando o assunto é ocupação de espaços culturais e tem feito isso com muita competência. Eu tive a oportunidade me aproximar da empresa enquanto estive como diretora do Museu do Trem, de 2009 a 2012, e percebi o valor que a entidade dá para ações desse tipo.