Engenheiro, mergulhador e barista

Guilherme Souza Barbosa, 34 anos, é natural e morador de Porto Alegre. Formado em engenharia civil, atua no Setor de Manutenção Predial e Equipamentos (Semap) da Trensurb. Há oito anos na empresa, Guilherme ingressou na Trensurb um ano após concluir sua graduação na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. No início, trabalhou no Setor de Planejamento e Projetos de Mobilidade Urbana (Semob). Depois, no Centro de Desenvolvimento Operacional Aplicado à Tecnologia Aeromóvel (Cedaer) e no Setor de Projetos e Obras Civis (Sepro). Atualmente no Semap, o engenheiro atua na gestão de contratos, medições, laudos e acompanhamento de serviços de manutenção. “Acredito que a parte boa dessa função é a de nunca cair numa rotina. É divertido, é bem diferente do que eu vinha acostumado na área de projeto”, afirma.

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Disposição para contribuir

Michael Luciano Chaves Franz tem 36 anos, é natural e morador de Esteio. Engenheiro mecânico graduado na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Michael prestou concurso para a Trensurb em 2009, ingressando na empresa em 2013. Anteriormente, trabalhou por 11 anos em empresas de bens manufaturados, a InBetta e a Springer Carrier, onde exerceu as funções de técnico de manutenção, técnico de projetos e engenheiro de projetos.

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Engenheiro por convicção

Willi Paulo Arnold, de 54 anos, natural de Canoas, é formado em engenharia mecânica pela UFRGS e atua no Setor de Projetos de Sistemas e Inovação Tecnológica (Seitec) da Trensurb. Após trabalhar no interior e em funções que exigiam que viajasse muito, o engenheiro decidiu prestar o concurso público da Trensurb no ano de 2006, pois queria ficar mais perto da família. Foi aprovado e convocado em 2008. Ao longo destes dez anos de empresa, Willi diz ter passado por muitos desafios e, segundo ele, são esses desafios que o movem.

Na Trensurb, o engenheiro atuou inicialmente no antigo Setor de Rede Aérea (responsável pela manutenção do sistema de distribuição de energia de tração dos trens), mais tarde, nas obras de instalação do aeromóvel e, atualmente, trabalha na gestão de novos projetos. Willi define a possibilidade de acompanhar um projeto desde o seu princípio como “empolgante”. “A coisa mais legal da profissão e de tudo que eu faço aqui é ver as coisas funcionando”, diz.

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