Disposição para contribuir

Michael Luciano Chaves Franz tem 36 anos, é natural e morador de Esteio. Engenheiro mecânico graduado na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Michael prestou concurso para a Trensurb em 2009, ingressando na empresa em 2013. Anteriormente, trabalhou por 11 anos em empresas de bens manufaturados, a InBetta e a Springer Carrier, onde exerceu as funções de técnico de manutenção, técnico de projetos e engenheiro de projetos.

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Engenheiro por convicção

Willi Paulo Arnold, de 54 anos, natural de Canoas, é formado em engenharia mecânica pela UFRGS e atua no Setor de Projetos de Sistemas e Inovação Tecnológica (Seitec) da Trensurb. Após trabalhar no interior e em funções que exigiam que viajasse muito, o engenheiro decidiu prestar o concurso público da Trensurb no ano de 2006, pois queria ficar mais perto da família. Foi aprovado e convocado em 2008. Ao longo destes dez anos de empresa, Willi diz ter passado por muitos desafios e, segundo ele, são esses desafios que o movem.

Na Trensurb, o engenheiro atuou inicialmente no antigo Setor de Rede Aérea (responsável pela manutenção do sistema de distribuição de energia de tração dos trens), mais tarde, nas obras de instalação do aeromóvel e, atualmente, trabalha na gestão de novos projetos. Willi define a possibilidade de acompanhar um projeto desde o seu princípio como “empolgante”. “A coisa mais legal da profissão e de tudo que eu faço aqui é ver as coisas funcionando”, diz.

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Estudante de engenharia mecânica demonstra nível seguro de ruído dos novos trens em seu TCC

Aluna de engenharia mecânica da UFRGS, Laura Casagrande Testa desenvolveu seu trabalho de conclusão de curso sobre o nível de ruído interno dos novos trens da Trensurb. Ela analisou o ruído interno para avaliação do conforto dos passageiros e o nível de ruídos a que os operadores estão expostos nos trens série 200.

Com o apoio de empregados da Trensurb, no dia 14 de novembro de 2017, a acadêmica realizou uma viagem de ida e outra de volta entre as estações Mercado e Novo Hamburgo, fazendo a medição de ruídos. Para isso, foram utilizados dois decibelímetros – equipamentos que medem os níveis de pressão sonora, ou seja, a intensidade do som em determinados momentos – e um dosímetro – aparelho que mede a exposição de um indivíduo ao ruído durante um período estabelecido. Os decibelímetros foram posicionados no salão de usuários do carro motor B do trem, enquanto o dosímetro teve seu microfone fixado à lapela do operador.

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