Uma trajetória de amadurecimento

José Eurico Reis Pinto tem 58 anos, é natural de Porto Alegre e trabalha há 33 anos na Trensurb. Começou em 11 de março de 1985, poucos dias após o início da operação comercial do metrô, em 4 de março. Reis, como é chamado pelos colegas, ingressou como agente de estação e, a partir de 1987, passou a atuar como operador de trens. Em 2010, foi aprovado no processo seletivo interno para trabalhar no Centro de Controle Operacional (CCO) da empresa, onde atua até hoje.

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Monitorar e preservar o direito de uma boa viagem

Gilson Cardoso Lopes, de 50 anos, nascido e morador de Canoas, é controlador de tráfego dos trens no Centro de Controle de Operações (CCO) da Trensurb desde 2014. Gilson começou a trabalhar cedo, aos 14 anos de idade, em um escritório de advocacia. Prestou serviço também em uma loja e uma revenda de pneus, até servir ao quartel, em 1985. Voltou em 1986 para fazer parte do Sesi, onde ficou por três anos e meio. Buscava estabilidade e a possibilidade de uma carreira, então resolveu fazer o concurso da Trensurb, em 1989. Aprovado, está na empresa há 28 anos.

No começo, era agente auxiliar de estações, mas em 2002, aproveitando as oportunidades de progressão interna,  tornou-se operador de trens, passando a fazer parte do Setor de Tráfego. Em 2014 foi para o CCO, onde trabalha desde então. Formado em Direito no ano de 2001, possui carteira da OAB. Sua perspectiva de futuro é clara: “Pretendo permanecer um bom tempo ainda na empresa, mas após me aposentar pretendo trabalhar só com Direito, fazer alguma especialização e delimitar a área de atuação”.

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Satisfação em garantir viagens tranquilas

Ivan Batista da Silva, de 56 anos, nascido em Porto Alegre e morador de Canoas, é controlador operacional da Trensurb desde 2006. Ivan serviu no exército durante um ano para depois iniciar sua carreira profissional, no ramo de logística. Executou funções de controle de estoque e de entrada e saída de materiais, além de conferência de cargas, durante um período de cinco anos. Até que, no dia 27 de dezembro de 1984, entrou na Trensurb.

Iniciando em 1984 como bilheteiro, Ivan fez concurso interno para agente de estações dois anos depois. Em 2002, tornou-se operador de trens, até que em 2006, através de outro concurso interno, ingressou no Centro de Controle Operacional (CCO), onde atua até hoje. Suas atividades são supervisionar e controlar os serviços de trens, estações e segurança, acionando sempre que necessário serviços externos, como a Brigada Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

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Domínio do aeromóvel

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com cerca de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 48 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores e um órgão de auditoria interna. Conheça o trabalho da Coordenação de Desenvolvimento Operacional (CDO).

Quem faz? A equipe do CDO conta com 13 pessoas: coordenador, assessor operacional e operadores e controladores de aeromóvel.  A unidade está subordinada ao Centro de Desenvolvimento Operacional aplicado à Tecnologia Aeromóvel (Cedaer).

O que faz? O trabalho do CDO e sua equipe mantém a linha metrô-aeroporto do aeromóvel em pleno funcionamento, controlando a automação do sistema, monitorando rotações do motor, pressão dos compressores e a operação em modo automático. Eventualmente, os controladores assumem em modo manual, quando há alguma falha, e também modificam parâmetros de alguns equipamentos, cuidando dos aspectos de segurança do sistema e dos usuários.

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