Busca pelo aperfeiçoamento e um pouco de sorte

Frank Alves Ferreira, de 27 anos, é natural de Santana da Boa Vista, no interior do estado, e conheceu a Trensurb quando cursava engenharia civil na Universidade Federal do Rio Grande. Ele teve a oportunidade de visitar a empresa em dois momentos de crescimento: o primeiro foi durante a expansão da linha do metrô até Novo Hamburgo; mais tarde, visitou as obras do aeromóvel. O engenheiro fez o concurso para a Trensurb em 2013, enquanto ainda estava na faculdade. Quando se formou, em 2015, ingressou em um mestrado em engenharia de transportes pela Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo. Logo, foi convocado para trabalhar na empresa. Frank diz que teve “um pouco de sorte”, pois quando iniciou o trabalho na Trensurb, já havia concluído as disciplinas presenciais do mestrado e pôde seguir a pesquisa à distância, tendo reuniões de orientação via internet.

Frank faz parte do Setor de Planejamento e Projetos de Mobilidade Urbana (Semob), que tem como uma de suas principais atribuições o planejamento da integração do sistema metroviário a outros modais de transporte, como ônibus e bicicletas. Recentemente, o engenheiro e seus colegas desenvolveram um novo mapa interativo de linhas de ônibus integradas ao metrô, já disponível no site da Trensurb.

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Desenvolvendo competências

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com mais de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 48 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores e um órgão de auditoria interna. Conheça o trabalho do Setor de Treinamento (Setre).

Quem faz? A equipe do Setre é composta por cinco empregados, três administradores e dois técnicos em administração. Também fazem parte do setor três estagiários, um de ensino superior e dois de ensino médio.

O que faz? O Setre tem como objetivo principal o desenvolvimento das competências individuais e coletivas dos empregados, sendo os treinamentos voltados para a eficiência das pessoas no desempenho de atividades pertinentes à sua ocupação. O processo de desenvolvimento organizacional é fundamental e de grande importância para a empresa, visando com a capacitação dos empregados a melhoria nos serviços prestados e uma maior satisfação dos usuários do metrô.

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