Entrevista: Ale Maia e Pádua e sua abordagem artística da história

Em cartaz na Galeria Mario Quintana, na Estação Mercado da Trensurb, até 30 de outubro, a exposição VIVER É LUTAR, do artista plástico Ale Maia e Pádua, destaca a pintura digital RIO 1567. A obra propõe uma abordagem artística da Revolta dos Tamoios e da França Antártica, dois episódios históricos importantes para a formação do Rio de Janeiro e do Brasil como o conhecemos.

Natural de Niterói e graduado em design pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) de Porto Alegre, Ale Maia e Pádua já assinou duas exposições que passaram pela Estação Mercado: Entre Linhas e Painéis, no Espaço Multicultural Livros sobre Trilhos, em 2015, e Onde Há Dor, Há Vida, na Galeria Mario Quintana, em 2016.

Leia abaixo a entrevista que fizemos com Ale, que nos falou sobre a inspiração para a nova exposição, sua visão dos fatos históricos retratados, os desafios da pintura digital e sua trajetória como artista.

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Entrevista: a obra lúdica e expressiva de Marcelo Pax

Desde julho, o Espaço Multicultural Livros sobre Trilhos, da Trensurb, está com as paredes mais expressivas. A exposição O Monstro Urbano, criação do artista visual Marcelo Pax, chegou ao espaço cultural localizado na plataforma de embarque da Estação Mercado como parte da programação da 5ª Semana do Rock, do Sesc Centro (Porto Alegre). A mostra pode ser visitada até 31 de agosto, das 10h às 19h – horário de funcionamento do Livros sobre Trilhos.

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Os espaços culturais do metrô

Ao longo de sua história, a Trensurb tem buscado incentivar ações culturais em suas dependências – e fora delas –, alterando a rotina da comunidade através das mais diferentes formas de expressão artística e dando espaço para novos ou já reconhecidos talentos. Atua, para isso, em parceria com outras instituições, promove e apoia a realização de atividades dentro e fora do metrô. Buscando divulgar os espaços disponíveis para a população em geral e, especificamente, para os artistas, bem como o processo necessário para se fazer uso desses locais, a Trensurb publica o regulamento dos espaços culturais das estações. O documento está disponível na página da empresa na internet.

“Somos procurados por artistas e produtores para parcerias e, dessa forma, entendemos que a comunicação fluirá melhor e oportunizará que mais pessoas conheçam e se interessem em participar”, afirma o gerente de Comunicação Integrada da Trensurb, Jânio Ayres.

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Galeria Mario Quintana completa 11 anos

Em 21 de março de 2006, a Trensurb batizou o túnel de acesso às plataformas da Estação Mercado com o nome de Galeria Mario Quintana. Desde a cerimônia de inauguração, no ano do centenário do poeta, mais de 100 exposições estiveram em exibição no espaço ao longo desses 11 anos, destacando o trabalho de diversos fotógrafos e artistas, consagrados ou iniciantes.

Já expuseram suas obras na galeria fotógrafos como Cristiano Estrela, Luis Ventura, Eurico Salis, Eduardo Liotti, Ricardo Stricher, Jean Schwarz, Elson Sempé, Jorge Aguiar, Tadeu Vilani, Caio Vilela, Leandro Selister e Marco Nedeff, além de artistas plásticos como Vital Lordelo, Fabiano Gummo e Pablo Aguiar.

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Galeria Mario Quintana

2016: um ano de muita cultura na Trensurb

Apresentações musicais, flash mobs, exposições, contação de histórias e diversas outras atividades artísticas preencheram estações e trens da Trensurb em 2016. Buscando levar arte e entretenimento aos usuários do metrô (e aos metroviários), a empresa promove programação cultural anualmente com participação de novos e já consagrados artistas.

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“Aqui tudo é diferente”: o balanço do trem transformado em arte

Até o dia 30 de abril, o Santander Cultural, no Centro de Porto Alegre, recebe a exposição Aqui tudo é diferente, da artista plástica Lívia dos Santos, com a curadoria do cearense Carlos Eduardo Bitu Cassundé.

Lívia, que possui bacharelado em artes visuais pela Universidade Feevale e atualmente cursa a licenciatura na mesma universidade, pesquisou o ato performático a partir do deslocamento urbano durante seu mestrado em artes visuais, na área de poéticas, pela UFRGS. Ela tem seu processo criativo realizado dentro do trem, usando o próprio movimento do veículo como pêndulo para seus desenhos. Na exposição, estão presente desenhos, fotografias, vídeos e fragmentos do diário da artista. Materiais esses que, em sua totalidade, foram produzidos no percurso entre Porto Alegre e Novo Hamburgo, a bordo dos carros da Trensurb.

Para confeccionar suas pinturas, Lívia amarrava um pincel na ponta de um cordão, que por sua vez, ficava em cima de um papel, no chão do trem. A artista segurava a outra ponta do cordão, encharcava o pincel com nanquim e deixava as oscilações, por intermédio das forças naturais da inércia e da gravidade, agirem sobre sua tela, imprimindo assim o balanço do metrô em suas artes.

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