Uma segunda família na Trensurb

“É uma família, uma vida aqui dentro”. Essa declaração resume o sentimento de Ari Tonini, 63 anos, sobre o que é trabalhar na Trensurb. Natural de Ibirubá, Ari, que atua no Setor de Oficina (Seofi), formou-se em mecânica pela escola técnica Parobé no ano de 1973. Participou da seleção para ingressar na Trensurb em setembro de 1984 e foi convocado em março do ano seguinte. Desde então, atua na área de manutenção da empresa. Hoje, ele faz parte do plantão de manutenção corretiva dos trens. Suas atividades envolvem o auxílio no reparo de avarias que os veículos podem eventualmente apresentar.

Sobre a equipe com quem divide sua rotina, Ari deixa claro: “O pessoal todo é unido, nós trabalhamos juntos, em conjunto, dividimos experiências e vamos nos aperfeiçoando conforme o possível”. Ele relata que o dia a dia é, de fato, quase como o de uma família: os colegas reúnem-se para preparar o jantar, procuram-se uns aos outros para tomar um “cafezinho” e, às vezes, assistem ao futebol nos intervalos de suas atividades.

Sobre a vida pessoal, ele conta que, depois de duas separações, reencontrou um amor que viveu aos 20 anos, quando havia morado em Santo Ângelo, logo após ter se formado técnico em mecânica. Ari afirma que, em seu tempo fora da Trensurb, gosta muito de viajar. Só no ano passado, foi a Brasília, Goiás e Porto Seguro. Ainda tem o desejo de conhecer mais do Nordeste brasileiro e já tem planos para uma viagem a Portugal. Revela, porém, que sua preferência é pelas áreas rurais: “Gosto de mato, sítio, principalmente na beira do rio, onde eu posso dar uma pescada”. Pescaria é um dos seus hobbies, mas ele também gosta muito de assar churrasco. Para Ari, mexer os espetos e acompanhar o assar da carne é como uma terapia. “O bom é ficar mexendo ali, não aquelas máquinas onde se colocam os espetos e se esquece deles. Aquilo não tem graça. Tem que pegar e ficar mexendo”, diz. Quando o assunto é churrasco, procura sempre tomar a frente: costuma assar para os colegas de trabalho e em eventos do sindicato.

Aos colegas metroviários, Ari deixa a seguinte mensagem: “Tem que ser em conjunto”. Ele afirma que, para que a empresa funcione, é necessário o esforço de todos. Só assim os trens podem circular e a Trensurb pode prestar um serviço de qualidade a seus usuários.

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