Tudo ótimo

“Tudo que eu tenho, devo à empresa”, afirma o operador de trens Lino Roberto Andrade dos Santos, de 56 anos. É expressando esse sentimento de gratidão que ele começa sua entrevista com nossa equipe. Natural e morador de Porto Alegre, Lino está há 33 anos na empresa, trabalhando com satisfação e alegria.

O metroviário conta que, antes de ingressar na Trensurb, teve experiências profissionais atuando em gráficas e como auxiliar administrativo. No tempo em que era proprietário de uma gráfica, em sociedade com seu cunhado, sua mãe soube que havia um processo seletivo para trabalhar na Trensurb e sugeriu que ele se inscrevesse. Após participar do processo, ser aprovado e contratado, iniciou sua trajetória na empresa trabalhando nas estações. Por três décadas, Lino seguiu atuando nas estações, porém ele afirma que só encontrou a função com a qual mais se identifica há três anos, quando passou a atuar como operador no Setor de Tráfego (Setra). “Trabalhei durante 30 anos nas estações e lá adquiri muitas experiências. Mas quando eu vim para o Setra foi quando me encontrei na empresa”, declara.

Ao falar sobre o setor e seus colegas, Lino não economiza nos elogios: “O setor é ótimo, os colegas são maravilhosos, é ótimo, tudo ótimo. Para mim tudo é 100%. Sobre a empresa também, tudo ótimo”.

Gremista e apaixonado por futebol, procura sempre acompanhar os jogos do seu time. Por conta de sua habilidade com a bola nos pés, é conhecido pelos amigos como “pai do Romário”. Além de jogar e assistir futebol, Lino gosta de organizar competições da modalidade – e se, após os jogos, tiver um churrasco e uma cerveja, melhor ainda. Também é apaixonado por carros e, claro, pelos trens. É pai de três filhos: Tiago, Mateus e Alexandre. Ao falar sobre eles, afirma que todos são ótimos e que sente muito orgulho deles.

Quando questionado sobre os desejos para o seu futuro na empresa, o metroviário apenas diz querer ter saúde para seguir operando trens por muitos anos ainda e agradece a oportunidade de trabalhar na Trensurb.

“Tudo que tenho até hoje, eu devo à Trensurb”, declara Lino. “Agradeço a Deus por estar aqui, por continuar trabalhando e por ter saúde para trabalhar cada vez mais. É uma maravilha trabalhar aqui, mas nunca me esqueço de onde eu vim, que é de baixo, e vou até onde der. Enquanto tiver saúde, eu vou indo”.

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