Trabalhando com segurança

Amanda Sulzbach, de 22 anos, nasceu no município de Estrela, no interior do estado, mas mora em Porto Alegre desde os cinco. Após prestar vários concursos públicos, ao acompanhar o site da Trensurb, descobriu que haveria um processo seletivo para trabalhar na empresa. Ela se inscreveu, fez a prova e passou na sétima colocação. Em julho, completou um ano atuando como agente da segurança metroviária, no Setor de Operações.

Estudante de psicologia na PUCRS, Amanda conta que nunca havia andado de trem quando prestou o concurso em 2012. Ao ingressar na empresa, há cerca de um ano, foi surpreendida pela forma como foi recebida pelos colegas: “Quando cheguei, fui bem acolhida e a recepção superou minhas expectativas! Achei que haveria preconceito por eu ser mulher e estar neste espaço, mas aqui existe muita parceria”.

No tempo livre, é “viciada” em assistir séries e gosta de viajar para Santa Catarina. Tem preferência por praias, mas se pudesse, conheceria o mundo todo. Seu maior sonho é prosperar profissionalmente, se formar na faculdade e tornar-se psicóloga clínica.

A agente afirma que considera essencial a existência de um corpo de segurança em uma empresa como a Trensurb, que lida diariamente com tantos usuários. “Acho bacana a ideia da segurança cidadã, que é a que realizamos aqui”, afirma. “Os funcionários da empresa quebram um pouco aquela visão de segurança truculenta e opressora, isso se faz possível por termos funcionários de diferentes perfis e formas de atuação. Considero isso importante principalmente porque temos como atribuição, não somente a contenção de desordens, mas também o auxílio ao usuário nas dependências do metrô”, completa.

Sobre o relacionamento com os usuários, Amanda acredita que, quando necessitam auxiliar em alguma ocorrência, as mulheres por vezes se sentem mais à vontade e seguras com seu atendimento – mas que cada colega tem condições para exercer suas funções e buscar soluções. Sobre o que mais chama a atenção no seu ambiente de trabalho, ela destaca a amizade que cultivou com os colegas durante o convívio profissional, não só na área da segurança: “Me sinto acolhida, pois estamos sempre conversando e nunca estou sozinha. Assim, o dia passa voando”.

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