Bom atendimento para você e para seu celular

Foto: Arquivo Trensurb

Foto: Arquivo Trensurb

A Estação Mathias Velho é a terceira mais movimentada da Trensurb. No meio de tantas pessoas, uma delas abre diariamente seu quiosque ao público. Há nove anos, a Margarete Lacerda da Rosa mora em Canoas. “Eu sou de Caçapava do Sul. Já morei no Mato Grosso, em Goiânia, em Minas… Viajava acompanhando o meu marido. Quando a gente se separou, vim para Canoas, onde boa parte da minha família mora”, conta.

Margarete trabalha na estação há sete anos, atendendo as pessoas em busca de uma capa ou acessório novo para celular. O sucesso é garantido – tivemos que interromper a entrevista várias vezes para que ela atendesse os clientes. “Normalmente são as mesmas pessoas que sempre circulam por aqui. Por isso atender bem é fundamental. Quando alguém chega e eu não tenho o acessório compatível com o aparelho, eu pego o contato do cliente e vou atrás”, explica.

Além dos acessórios para smartphones, a Léka Celulares (nome do seu quiosque) também trabalha com artigos para presentes e informática. “Já cheguei a trabalhar aqui com compra, venda e conserto de telefones, mas agora estou mais focada nos acessórios”. Margarete aproveita e convida a todos que viajam de trem para descer na Estação Mathias Velho e fazer um “upgrade” no visual do seu celular. :)

 

renan

Dançando entre os números

Foto: Arquivo Trensurb

Foto: Arquivo Trensurb

Um SMS aproximou Renan de Oliveira, 25 anos, de um universo do qual seu pai já fez parte – ele trabalhou na antiga rede ferroviária que existia antes da Trensurb. A mensagem vinha de uma agência de estágios, informando a existência de uma vaga na área de contabilidade. Renan não pensou duas vezes: mandou seu currículo e cá está ele desde janeiro.

Experiência na área o Renan já tem: trabalhou na prefeitura de São Leopoldo com a compra das merendas escolares.” Acredito que todo mundo, como cidadão, deveria trabalhar em uma empresa pública ou de economia mista. A experiência te dá uma visão que como usuário tu não possui. A gente não vê como a engrenagem trabalha, não percebe os esforços de todo mundo para que tudo funcione bem”.

Depois que virou estagiário da Trensurb, ele também passou a ver os trens de outra maneira. “Do lado de fora eu não tinha noção, por exemplo, do trabalho de manutenção dos trilhos, da equipe de apoio, do centro de controle de operações. Hoje, quando eu vou pegar o trem, já sei que o pessoal está trabalhando nisso ou naquilo, consegue ver um fluxo maior, enxergar o todo”.

Nas horas vagas, Renan deixa os números de lado para encarar os ritmos da dança de salão. “É uma atividade que descontrai, alivia o estresse. Melhora a comunicação, a desinibição e ajuda a se soltar mais em algumas situações”, explica o estagiário. E se surgir uma oportunidade de se apresentar para o público interno da Trensurb com seu grupo de dança? “Isso depende da nossa evolução, ainda não somos nenhum pé de valsa, mas quando estivermos prontos, quem sabe?”

 

Foto: Arquivo Trensurb

Mais de cinco mil livros sobre trilhos

Foto: Arquivo Trensurb

Foto: Arquivo Trensurb

Ao viajar de trem, é possível perceber que cada pessoa tem uma forma individual de aproveitar a viagem. Muitos aproveitam os momentos no vagão para fazer uma boa leitura.

Pensando nisto e tendo como objetivo incentivar a leitura, a Trensurb criou a biblioteca Livros sobre Trilhos, localizada na Estação Mercado, em Porto Alegre. E agora, com a colaboração dos usuários do trem, o acervo passou da marca de cinco mil exemplares.

Sócia da biblioteca desde 2009, Angela Maria Cabral tem o hábito de doar os livros que compra, ficando somente com os prediletos. Foi dela a doação de número cinco mil, com a obra Um Porto Seguro, do Nicholas Sparks. Na Livros sobre Trilhos ela já retirou 112 obras. Romance, policial, moda e etiqueta são as temáticas que mais a interessa. “O melhor livro que já li aqui da biblioteca é Um amor para recordar, do Nicholas Sparks. É ótimo!”, declara Angela.

Segundo Fernando Noronha, empregado da Trensurb que trabalha na biblioteca, o local recebe em média 10 doações por dia e, atualmente, essa é a única forma de aumentar o acervo. “Para nós as doações são muito importantes. Inclusive, nós disponibilizamos uma abertura lateral na biblioteca para o usuário deixar o livro que quiser doar se o local estiver fechado”, afirma Noronha.

Quem tiver interesse em retirar uma obra para leitura deve se tornar sócio gratuitamente. Basta preencher uma ficha, apresentar documento de identidade, comprovante de endereço (original e cópia), além de uma foto 3×4. A Biblioteca fica aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 10h às 20h.

Já quem quer colaborar doando livros, pode entregar os exemplares na própria Biblioteca. Lembrando que os livros devem estar em bom estado de conservação, e que obras didáticas não são aceitas.

Foto: modafeevale.wordpress.com

Museu resgata as raízes do Vale do Sinos

Foto: modafeevale.wordpress.com

Foto: modafeevale.wordpress.com

Assim como os trilhos unem cidades, o Museu Nacional do Calçado, localizado em Novo Hamburgo, une passado e futuro.

Através de exposições de imagens e peças em acervo, o Museu do Calçado traz os pontos principais da história do setor calçadista, marco fundamental do desenvolvimento da região do Vale do Rio dos Sinos.

Além de resgatar o passado, o Museu inspira criações futuras, instigando modelistas e profissionais do ramo da moda e do calçado.

O Museu está localizado na Avenida Dr. Maurício Cardoso, em Hamburgo Velho, e visitações podem ser agendadas pelo telefone (51) 3584-7101.

 

Foto: Arquivo Trensurb

Energia elétrica em pauta

Foto: Arquivo Trensurb

Foto: Arquivo Trensurb

Se você costuma passar nas proximidades das estações da Trensurb à noite, já deve ter percebido que algumas lâmpadas permanecem sempre acesas, mesmo fora do horário de operações. Esta iluminação noturna, no entanto, é necessária por motivos de segurança, e trata-se de um nível mínimo de iluminação.

Vale destacar que os sistemas de iluminação são desativados nas plataformas, por exemplo, durante períodos do dia em que há iluminação natural.  Além disto, a Trensurb possui um programa permanente de eficiência energética, que busca reduzir custos e utilizar a energia elétrica de forma racional e eficiente. Esta iniciativa permite que 14 das 19 estações operem com um sistema automático de iluminação.

Foto: Arquivo Trensurb

A arte pede passagem na Estação Petrobrás

Foto: Arquivo Trensurb

Foto: Arquivo Trensurb

Em breve, quem circular pela Estação Petrobrás poderá olhar para o teto e ver muito mais do que um sistema de iluminação. Os mais de 400 metros quadrados do teto do nível superior da estação será espaço para uma galeria de arte pública. Já foram instalados os 55 refletores que darão luminosidade para os grafites feitos no espaço.

Além da instalação da galeria, outras modificações estão sendo feitas na estação, como a utilização de iluminação com LED nas áreas de acesso às passarelas, bilheteria e. Já na próxima semana começam a lavagem externa e pintura da fachada da estação.

Também estão previstas as criações de painéis e molduras de mosaico na plataforma de embarque e desembarque e em 12 totens ao longo da avenida, assim como a aplicação de papel de parede e adesivagem na bilheteria e paredes do nível superior.

O projeto, patrocinado pela Petrobras, é executado pela empresa VerdePerto Comunicação e tem previsão de término em outubro.