Desenvolvendo o aeromóvel

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com cerca de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 48 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores e um órgão de auditoria interna. Conheça o trabalho do Centro de Desenvolvimento Operacional Aplicado à Tecnologia Aeromóvel (Cedaer).

Quem faz? Gerência vinculada à Superintendência de Desenvolvimento e Expansão (Sudex), o Cedaer conta com duas pessoas: o gerente Davi Martins Lamas Vital, que é engenheiro eletricista, e uma técnica em administração. Três unidades organizacionais estão subordinadas ao Centro. São 13 empregados na Coordenação de Desenvolvimento Operacional (CDO), dez na Coordenação de Desenvolvimento de Manutenção (CDM) e dois na Coordenação de Desenvolvimento de Projetos, Estudos e Pesquisas (CDP).

O que faz? Os processos correspondentes ao Cedaer são o transporte de passageiros pelo aeromóvel, manutenção, desenvolvimento de melhorias e o aprimoramento do modal. A linha já transportou mais de 4 milhões de usuários e atualmente mantém média de aproximadamente 80 mil passageiros mensais. Segundo o gerente Davi, “é gratificante ver um modal novo surgindo e passando a fazer parte da rotina das pessoas. Considero importante e necessário avançarmos em novas tecnologias e entendermos o que cada uma tem a contribuir para a evolução das cidades”.

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Engenheiro por convicção

Willi Paulo Arnold, de 54 anos, natural de Canoas, é formado em engenharia mecânica pela UFRGS e atua no Setor de Projetos de Sistemas e Inovação Tecnológica (Seitec) da Trensurb. Após trabalhar no interior e em funções que exigiam que viajasse muito, o engenheiro decidiu prestar o concurso público da Trensurb no ano de 2006, pois queria ficar mais perto da família. Foi aprovado e convocado em 2008. Ao longo destes dez anos de empresa, Willi diz ter passado por muitos desafios e, segundo ele, são esses desafios que o movem.

Na Trensurb, o engenheiro atuou inicialmente no antigo Setor de Rede Aérea (responsável pela manutenção do sistema de distribuição de energia de tração dos trens), mais tarde, nas obras de instalação do aeromóvel e, atualmente, trabalha na gestão de novos projetos. Willi define a possibilidade de acompanhar um projeto desde o seu princípio como “empolgante”. “A coisa mais legal da profissão e de tudo que eu faço aqui é ver as coisas funcionando”, diz.

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Internet das coisas e análise de dados do aeromóvel

Recentemente, profissionais que atuam no Centro de Desenvolvimento Operacional Aplicado à Tecnologia Aeromóvel, da Trensurb, desenvolveram um sistema que compila e apresenta graficamente dados captados por sensores presentes na linha que conecta a Estação Aeroporto do metrô ao Terminal 1 do Salgado Filho. O trabalho deles foi apresentado durante a 44ª reunião do Grupo Permanente de Autoajuda na área de Manutenção Metroferroviária, que tem como objetivo discutir, avaliar e viabilizar soluções técnicas conjuntas entre operadoras de todo o Brasil. O evento foi parte da 23ª Semana de Tecnologia Metroferroviária, realizada em São Paulo entre 19 e 22 de setembro.

O projeto, intitulado Internet das coisas a baixo custo e linguagem Python aplicados na operação metroviária, foi desenvolvido pelo técnico em eletrônica Eduardo Sachser, o engenheiro mecânico Gustavo Knies e o engenheiro eletricista Davi Vital, contando com contribuições de diversos outros profissionais da Trensurb. Sua aplicação possibilita o armazenamento de informações coletadas pelos sensores do aeromóvel e, com o auxílio de um programa desenvolvido pelos profissionais, proporcionar a análise minuciosa desses dados.

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Três anos de aeromóvel e quase três milhões de passageiros

Há exatos três anos, no dia 10 de agosto de 2013, era descerrada a placa de inauguração da linha metrô-aeroporto do aeromóvel, operada pela Trensurb. Na época, o serviço foi aberto ao público ainda em fase de testes, em horário reduzido e sem cobrança de passagem. Em maio de 2014, o sistema passou a funcionar em horário integral e comercialmente.

“Sonhar é bom, realizar um sonho é melhor ainda. Mesmo que a palavra ‘obrigado’ signifique muito, não expressará por inteiro os meus agradecimentos a todos que ajudaram a realizar esse sonho que tem como objetivo único melhorar a vida das pessoas”, declarou, emocionado, o inventor Oskar Coester na ocasião da inauguração da linha.

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Mantendo o aeromóvel nos trilhos

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com mais de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 48 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores e um órgão de auditoria interna. Conheça o trabalho da Coordenação de Desenvolvimento de Manutenção (CDM).

Quem faz? A equipe da CDM conta com dez pessoas: técnicos mecânicos, em eletrônica e eletrotécnicos, além de assistentes de serviços gerais. A unidade está subordinada ao Centro de Desenvolvimento Operacional aplicado à Tecnologia Aeromóvel (Cedaer) e à Superintendência de Desenvolvimento e Expansão (Sudex).

O que faz? Dá assistência de manutenção às diversas partes que compõem a conexão metrô-aeroporto via tecnologia aeromóvel: veículos A100 e A200, grupos motopropulsores, via permanente, compressores, grupo gerador, subestação de energia, dutos de ar e via elevada. Segundo o técnico Sérgio Luís Russo, o trabalho da unidade organizacional consiste, basicamente, em “manter o sistema em funcionamento, fazendo a conexão do trem ao aeroporto, facilitando o deslocamento dos usuários do metrô”. A área recebe demandas da Sudex, do Cedaer e das coordenações de Desenvolvimento de Projetos, Estudos e Pesquisas (CDP) e de Desenvolvimento Operacional (CDO) do aeromóvel.

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Novas tecnologias

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com mais de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 48 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores e um órgão de auditoria interna. Conheça o trabalho do Setor de Projetos de Sistemas e Inovação Tecnológica (Seitec).

Quem faz? O contingente do setor é dividido em dois. No prédio administrativo ficam nove funcionários e no prédio do Setor de Oficinas, mais cinco. São oito engenheiros (quatro engenheiros eletricistas e quatro mecânicos), cinco técnicos (um mecânico e o restante elétricos) e um analista de sistemas. Dois estagiários também trabalham no setor, um cursa engenharia mecânica e o outro de produção.

O que faz? O Seitec atua de maneira ampla dentro da Trensurb, sendo responsável por assuntos técnicos de vários sistemas da empresa como: energia, sinalização de via, circuito fechado de TV, trens, radiocomunicação. Sempre com foco em modernização, inovação tecnológica e eficiência energética, trabalhando em equipe com as diversas unidades da empresa.

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