Família, disciplina e bem-estar

Marcelo Fernandes dos Santos tem 39 anos e mora em Charqueadas, mas nasceu em São Jerônimo. Viaja todos os dias 60 quilômetros para trabalhar na Gerência Jurídica da Trensurb, mas não vê problema nisso: “O caminho é muito interessante”, diz. Marcelo é advogado formado pela PUCRS, prestou concurso para a Trensurb em 2013 e está na empresa há dois anos. Anteriormente, trabalhava na Companhia Riograndense de Mineração, em Candiota, e vivia em Bagé, mas conta que se sentia distante dos pais, que moram em Charqueadas. Quando foi convocado pela Trensurb, resolveu aproveitar a oportunidade de voltar a ficar perto deles.

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Conectando-se com os colegas e consigo mesma

Aline Virginia Homem Nunes, de 32 anos, é natural de São Leopoldo e mora em Canoas. Formada em administração pela Ulbra e pós-graduada em gestão pública pela UFSC, ela ingressou na Trensurb em 2012, como técnica em administração. Inicialmente, trabalhava na área de manutenção e, há cerca de um ano, foi transferida para o Gabinete da Presidência, o que representou um novo desafio em sua carreira. Na manutenção, Aline era responsável por dados estatísticos, gestão de pontos, pessoas e patrimônio. Em sua função atual, dá suporte ao chefe de gabinete e assessores no recebimento, tramitação e arquivamento de documentos oficiais, entre outras atividades administrativas.

A técnica conta que um dos principais motivos da decisão por fazer concurso para trabalhar na Trensurb, além de almejar crescimento e melhor remuneração, foi o serviço que a empresa presta à população, atendendo a quem precisa se deslocar pela região. Isso, segundo Aline, faz com que seu trabalho se torne mais gratificante, pois ele tem um propósito e envolve um bem maior.

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O bom filho a casa torna

A história de Ana Paula Pinheiro Almada na Trensurb começou meio “sem querer”. Ana graduou-se em História no IPA e, na época, sonhava em lecionar em universidades. Buscando preparar-se para essa atividade, cursou mestrado em Letras pela Universidade do Porto, em Portugal. Quando retornou ao Brasil, Ana Paula percebeu que a docência não era para ela e decidiu prosseguir nos estudos, mas com foco em concursos.

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