Olhares diversos em destaque

Já estão expostas na Galeria Mario Quintana, na Estação Mercado, as fotos vencedoras da ação cultural de fotografia amadora comemorativa aos 33 anos da Trensurb e aos 12 anos da galeria – ambos completados neste mês. Na última segunda-feira (19),  na própria Galeria Mario Quintana, o diretor-presidente da Trensurb, David Borille, recebeu os autores das fotografias e entregou certificados de reconhecimento a eles. Dos vencedores da categoria usuários, estiveram presentes Adilar Signori, Otávio Rogério dos Reis Ramos, Luiz Eduardo Fontoura, Marco Vinicius Martins e Thomas Fernandes Santana. Na categoria colaboradores, compareceram Djessi Carvalho, Antônio Ricardo Quintana e Michele da Silva Ferreira.

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Entrevista: a busca por arte e significado nas fotografias de Marcel Estivalet

A partir deste dia 1º, a Galeria Mario Quintana, localizada na Estação Mercado da Trensurb, recebe a exposição Oh, Alegrete!, do fotógrafo Marcel Estivalet. O trabalho busca retratar, através da percepção artística de Marcel, as belezas da cidade e a cultura do pampa. Entre os registros, estão elementos marcantes da tradição gaúcha, como os cavalos, a ponte sobre o Rio Ibirapuitã, a escultura do Negrinho do Pastoreio – símbolo de atração turística de Alegrete -, a estação e o transporte ferroviários.

A exposição nasceu a partir de uma viagem do fotógrafo com seu pai a Alegrete. “Meu pai é natural de lá e eu não conhecia a cidade, mas fui com a máquina e comecei a fotografar.  Quando voltei, vi as fotos que tinha feito e assim nasceu a exposição. Lá o transporte ferroviário foi muito presente e ainda se pode ver os trilhos pelas ruas, por isso encontrei uma relação com a Trensurb e a Galeria”. Para ele, esta intervenção cultural é importante para o seu trabalho, pois é uma forma de compartilhar o próprio olhar. “Às vezes, olhamos algumas cenas que nos despertam percepções que não devem ficar só na nossa caixinha, na nossa cabeça”, afirma.

Natural de Porto Alegre, Marcel Estivalet é formado em violão clássico pela UFRGS e atua como músico e professor desde 2006. Seu contato com a fotografia iniciou há cinco anos, na tentativa de registrar seu olhar sobre determinados ambientes que conheceu. “Meu pai foi minha maior influência, pois ele sempre fotografou por hobby. Para mim, fotografar é uma atividade paralela em que procuro, nos locais por onde passo, arte e algum significado”.

Quer saber mais sobre Marcel e seu trabalho? Confira a seguir a entrevista que fizemos com ele.

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Entrevista: Ale Maia e Pádua e sua abordagem artística da história

Em cartaz na Galeria Mario Quintana, na Estação Mercado da Trensurb, até 30 de outubro, a exposição VIVER É LUTAR, do artista plástico Ale Maia e Pádua, destaca a pintura digital RIO 1567. A obra propõe uma abordagem artística da Revolta dos Tamoios e da França Antártica, dois episódios históricos importantes para a formação do Rio de Janeiro e do Brasil como o conhecemos.

Natural de Niterói e graduado em design pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) de Porto Alegre, Ale Maia e Pádua já assinou duas exposições que passaram pela Estação Mercado: Entre Linhas e Painéis, no Espaço Multicultural Livros sobre Trilhos, em 2015, e Onde Há Dor, Há Vida, na Galeria Mario Quintana, em 2016.

Leia abaixo a entrevista que fizemos com Ale, que nos falou sobre a inspiração para a nova exposição, sua visão dos fatos históricos retratados, os desafios da pintura digital e sua trajetória como artista.

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Galeria Mario Quintana completa 11 anos

Em 21 de março de 2006, a Trensurb batizou o túnel de acesso às plataformas da Estação Mercado com o nome de Galeria Mario Quintana. Desde a cerimônia de inauguração, no ano do centenário do poeta, mais de 100 exposições estiveram em exibição no espaço ao longo desses 11 anos, destacando o trabalho de diversos fotógrafos e artistas, consagrados ou iniciantes.

Já expuseram suas obras na galeria fotógrafos como Cristiano Estrela, Luis Ventura, Eurico Salis, Eduardo Liotti, Ricardo Stricher, Jean Schwarz, Elson Sempé, Jorge Aguiar, Tadeu Vilani, Caio Vilela, Leandro Selister e Marco Nedeff, além de artistas plásticos como Vital Lordelo, Fabiano Gummo e Pablo Aguiar.

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Entrevista: Fagner Almeida, fotógrafo de cavalos que expõe seu trabalho na Galeria Mario Quintana

Até 31 de outubro, a Galeria Mario Quintana, localizada no túnel de acesso às plataformas da Estação Mercado, recebe exposição de fotografias de cavalos com imagens produzidas por Fagner Almeida. Elas retratam os animais em ambientes rurais ou de competições, como os Jogos Equestres Mundiais, ocorridos na França, em 2014 – maior competição do gênero. Confira abaixo a entrevista realizada com Fagner, que trabalha há seis anos com fotografias de cavalos.

Tem algum fotógrafo que te inspire?

Sim, Eduardo Rocha e José Guilherme Martini.

Quando surgiu seu interesse pela fotografia? E como começou a fotografar?

Sempre gostei de fotografia, porém nunca tive a pretensão de ser fotógrafo. Aos finais de semana, quando íamos para a cabanha de um amigo ajudar na lida, sempre me “jogavam” a maquina fotográfica, porque eu gostava de tirar fotos e as fotos ficavam boas. Então, em um leilão realizado por eles, usaram nossas fotos de fins de semana no catálogo para ilustração e a agência que produziu o mesmo queria saber quem era o fotógrafo que havia feito as imagens. Ao explicar que eu não era um fotógrafo e sim um aficionado somente, eles disseram que tinha muito talento para fotos, pois cavalos são difíceis de se fotografar. Bom, com isso veio um pouco de entusiasmo, mas ainda sem pretensão alguma, pois tinha um emprego e, por mais que gostasse, não imaginava viver de fotografia. Com o passar do tempo, vieram mais elogios e pessoas como Eduardo Rocha, fotógrafo já renomado no meio rural, incentivando e apoiando, acreditei que tinha mesmo um potencial e comecei a me dedicar à fotografia de vez.

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Os cartões postais da Estação Mercado

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Antigamente os cartões-postais eram a forma de mandar notícias para as pessoas quando você estava de férias em algum lugar do mundo. Com a evolução da tecnologia e da internet, o cartão postal deixou sua utilidade para trás, virando uma lembrança dos velhos hábitos, guardado como um registro de um lugar por onde você passou.

Quem passa pela Estação Mercado encontra uma exposição com vários cartões-postais na Galeria Mario Quintana. Foram dispostos 18 pares de cartões, customizados com registros de outras exposições realizadas na Trensurb, trazendo detalhes sobre elas.

No fim, estes cartões cumprem seu propósito, fazendo com que a gente se conecte com a arte.