Mais confiabilidade para a rede de energia dos trens

A Trensurb está trabalhando para qualificar e aumentar a confiabilidade e a segurança do sistema de distribuição de energia elétrica de tração dos trens. As subestações de energia de tração em operação desde a inauguração do metrô receberam novos equipamentos. Destruída por um incêndio, a Subestação Sapucaia está em processo de recuperação, assim como a cabine de seccionamento Luiz Pasteur. Além disso, novos processos licitatórios visam a modernização de dispositivos de proteção da rede de energia e a implantação de um sistema de segurança perimetral para áreas da Trensurb, incluindo instalações elétricas.

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Supervisionando a manutenção de sistemas e energia

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com cerca de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 48 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores e um órgão de auditoria interna. Conheça o trabalho da Gerência de Sistemas (Gesis):

Quem faz? A equipe da Gesis é constituída por quatro pessoas: o gerente, que tem formação em engenharia, uma técnica em administração, um assistente de administração e uma estagiária de nível médio. A gerência está ligada à Diretoria de Operações e subordinam-se a ela dois setores: o de Energia (Senerg) e o de Sinalização (Sesin)

O que faz? As atividades desenvolvidas pela Gesis dizem respeito a orientação, supervisão, controle e execução da manutenção de sistemas que asseguram condições para que a operação da Trensurb transcorra de modo rápido e seguro.

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Mais eficiência na iluminação dos trens

A Trensurb está promovendo a substituição das antigas lâmpadas fluorescentes dos 25 trens da frota original – conhecida como série 100 – por lâmpadas de LED. O projeto tem como base um estudo elaborado em 2015 e está sendo executado desde o ano passado.

O estudo apontou a viabilidade da substituição das lâmpadas, com necessidade de investimento de R$ 5.280 por trem e um retorno em um ano e três meses. Isso se dá porque as lâmpadas de LED, apesar de terem custo unitário maior, oferecem maior durabilidade e um consumo energético menor – são mais eficientes, transformando boa parte da energia utilizada em iluminação, com perda pouco significativa na forma de calor. Enquanto as lâmpadas fluorescentes utilizadas nos trens têm potência de 40 watts, as de LED têm 18 watts, entregando a mesma iluminação. Dessa forma, com a substituição de todas as lâmpadas, a previsão é de que o consumo anual de energia com a iluminação dos trens caia de 18,6 mil quilowatts-hora para 8,4 mil – uma redução de 54,8%. Isso representaria uma economia anual de pelo menos R$ 4,1 mil por trem da série 100.

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Cheia de energia

Cristiane de Carvalho Silva, de 31 anos, nascida em Sapucaia do Sul e moradora de Novo Hamburgo, é supervisora de manutenção elétrica no Setor de Energia (Senerg) da Trensurb. Ela começou sua carreira profissional aos 17 anos e seu primeiro estágio foi através de um curso técnico, quando passou a trabalhar com projetos prediais, industriais e subestações de energia. Atuou em várias empresas da área de projetos elétricos até prestar um concurso para a vaga de técnica em eletrotécnica na Trensurb. Deu início à sua história na empresa em agosto de 2011.

Primeiramente, trabalhou no plantão de manutenção do Senerg por três anos, até se tornar supervisora de manutenção, encarregada da organização e programação das atividades de manutenção noturna. Agora em uma tarefa mais administrativa, Cristiane sente saudade das antigas atividades. “Gostava muito de trabalhar no plantão, pela parte de ir a campo, descobrir os problemas e buscar soluções, resolver por mim mesma”, declara.

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Garantia de manutenção, energia e prestação de serviço

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com mais de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 48 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores e um órgão de auditoria interna. Conheça o trabalho do Setor de Energia (Senerg).

Quem faz? Aproximadamente 50 empregados são responsáveis por garantir o devido funcionamento do Senerg. A equipe é composta por técnicos, assistentes de manutenção, engenheiros e operadores.

O que faz? O Setor de Energia é responsável por garantir a distribuição de todo o fornecimento energético da empresa, desde suas edificações no pátio administrativo – oficinas, estações de trabalho, equipamentos, refeitório, etc. – até as estações do metrô e toda a Linha 1 da Trensurb, o que é indispensável para garantir a tração dos trens. A equipe também é responsável pela manutenção da rede aérea, cujos serviços, por vezes, devem acontecer em dias de fortes chuvas. Tudo para garantir a circulação dos trens e a prestação de serviços à população, conforme o chefe do setor, Vinícius Nunes. “O Senerg tem como objetivo manter os sistemas de abastecimento de energia elétrica e de rede aérea de tração em perfeito funcionamento, atuando de forma eficiente, com segurança e contribuindo para a satisfação dos clientes internos e da sociedade”, explica Vinícius.

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Foco na qualidade do trabalho e na família

Dentro da Trensurb, diversos setores atuam em conjunto para manter a operação em pleno funcionamento. Sem o uso de energia elétrica, é impossível manter a circulação dos trens, por isso os empregados do Setor de Energia (Senerg) estão sempre a postos, entre eles Luciano Ribas Nunes.

Luciano tem 43 anos, é natural de Pelotas, possui formação como técnico em mecânica pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Pelotas e técnico em eletrotécnica pela Escola Estadual Frederico Schmidt, de São Leopoldo. Antes de ingressar na Trensurb, atuou principalmente nas indústrias de plásticos, na Sanremo, e da borracha, na Tipler. Em ambas, suas tarefas sempre foram dedicas à manutenção industrial e o contato com as máquinas fez com que criasse uma afeição pela energia elétrica: “Minha atividade fim não era na parte elétrica, mas em muitos momentos realizei tarefas dessa área”.

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