Monitorar e preservar o direito de uma boa viagem

Gilson Cardoso Lopes, de 50 anos, nascido e morador de Canoas, é controlador de tráfego dos trens no Centro de Controle de Operações (CCO) da Trensurb desde 2014. Gilson começou a trabalhar cedo, aos 14 anos de idade, em um escritório de advocacia. Prestou serviço também em uma loja e uma revenda de pneus, até servir ao quartel, em 1985. Voltou em 1986 para fazer parte do Sesi, onde ficou por três anos e meio. Buscava estabilidade e a possibilidade de uma carreira, então resolveu fazer o concurso da Trensurb, em 1989. Aprovado, está na empresa há 28 anos.

No começo, era agente auxiliar de estações, mas em 2002, aproveitando as oportunidades de progressão interna,  tornou-se operador de trens, passando a fazer parte do Setor de Tráfego. Em 2014 foi para o CCO, onde trabalha desde então. Formado em Direito no ano de 2001, possui carteira da OAB. Sua perspectiva de futuro é clara: “Pretendo permanecer um bom tempo ainda na empresa, mas após me aposentar pretendo trabalhar só com Direito, fazer alguma especialização e delimitar a área de atuação”.

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Satisfação em garantir viagens tranquilas

Ivan Batista da Silva, de 56 anos, nascido em Porto Alegre e morador de Canoas, é controlador operacional da Trensurb desde 2006. Ivan serviu no exército durante um ano para depois iniciar sua carreira profissional, no ramo de logística. Executou funções de controle de estoque e de entrada e saída de materiais, além de conferência de cargas, durante um período de cinco anos. Até que, no dia 27 de dezembro de 1984, entrou na Trensurb.

Iniciando em 1984 como bilheteiro, Ivan fez concurso interno para agente de estações dois anos depois. Em 2002, tornou-se operador de trens, até que em 2006, através de outro concurso interno, ingressou no Centro de Controle Operacional (CCO), onde atua até hoje. Suas atividades são supervisionar e controlar os serviços de trens, estações e segurança, acionando sempre que necessário serviços externos, como a Brigada Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

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O novo CCO

O Centro de Controle Operacional (CCO) é o “cérebro” da Trensurb, responsável por monitorar todas as demandas relacionadas à operação do metrô, controlar os sistemas instalados na via e centralizar as informações deles provenientes.

Com a expansão da linha metroviária até Novo Hamburgo, foi necessária a implantação de equipamentos adicionais para permitir o comando do novo trecho pelo CCO, além da instalação de um novo software de telecontrole. Assim, deu-se início a um processo de modernização de todo o sistema de controle de tráfego e energia. Parte do contrato de expansão São Leopoldo-Novo Hamburgo firmado com o Consórcio Nova Via (CNV), o projeto começou a ser implantado de fato no segundo semestre de 2013. Agora, entra em fase de garantia e ajustes de software por parte do fornecedor – a unidade de automação ferroviária da alemã Siemens, que adquiriu a espanhola Invensys (empresa que havia sido contratada pelo CNV). O investimento total da Trensurb no projeto foi de R$ 19,65 milhões.

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Metroviária, fotógrafa e motociclista

Lorilene Kopplin Dal’Ago, controladora operacional da Trensurb, é natural de Canoas e mãe de dois filhos, Cassiano, de 23 anos, e Indianara, de 18. Lorilene, ou Lori, como é conhecida na empresa, trabalha no Centro de Controle Operacional, o CCO, monitorando, auxiliando e controlando todo o tráfego nas ferrovias. Sua função é controlar a movimentação de trens no pátio, nas vias, supervisionar as manutenções durante a noite, observar a iluminação da via e tudo mais que corresponda à área operacional.

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Foto Luiz Soares (4)

De olho no futuro

Foto Luiz Soares (4)

“Hoje nós somos uma família metroviária”. É o que afirma Dóris Souza Coelho, 44 anos, sobre ela e o marido, Luciano Castro, que atua no Centro de Controle Operacional (CCO) da Trensurb. Dóris e Luciano são casados há 25 anos e se conheceram na faculdade de engenharia química da PUCRS. O casal também trabalhou junto na hoje extinta Companhia União de Seguros Gerais até o ano 2000. Em 2003, Luciano ingressou na Trensurb e logo disse para a esposa: “Quer ser minha colega de novo? A empresa é muito boa, o ambiente é muito bom e acredito que temos condições de crescer profissionalmente lá”. E foi o que Dóris fez.

Em 2006, ela prestou concurso e foi aprovada, sendo convocada em 2008. Trabalhou em diversas estações até que surgiu a oportunidade de passar ao cargo de assistente operacional padrão 2. Desde o início do mês, Dóris é responsável pela coordenação das atividades da Estação Niterói.

Ela destaca que já começou na empresa com o objetivo de ascender na profissão: um dia quer chegar ao CCO, como o marido. Ela destaca a importância de dar suporte aos colegas: “Receber os novos assistentes nas estações é uma grande responsabilidade. Passar o trabalho da maneira correta é de extrema importância porque influencia diretamente no resultado da estação”.