Saúde mental em destaque

Hoje é o Dia Internacional da Saúde Mental. Setembro, por sua vez, é o mês de uma campanha mundial em prol da saúde psíquica e da prevenção ao suicídio, o Setembro Amarelo. Em alusão a essa campanha, a Trensurb promoveu internamente, em setembro, o seu Mês da Saúde Mental, com ações de conscientização para os empregados e palestras com uma psicóloga e uma psiquiatra. Este ano foi o terceiro consecutivo em que a empresa realizou atividades com foco na saúde mental nessa época do ano, sempre buscando desmistificar a doença mental e diminuir preconceitos.

No dia 25 de setembro, o Mês da Saúde Mental da Trensurb contou com uma roda de conversa no auditório da empresa, a respeito de medicações psiquiátricas, com a psiquiatra Daianna Menote. Ela iniciou sua fala aos metroviários lembrando de alguns preconceitos que são frequentemente reproduzidos na sociedade – buscar tratamento psiquiátrico e usar medicação seria “coisa de louco”, pessoas com transtornos mentais não poderiam levar vidas normais. Ao longo do bate-papo, a médica procurou desconstruir esses e outros mitos, tirando dúvidas dos presentes e sempre os alertando para os riscos da automedicação e da falta de controle na hora de utilizar remédios.

No dia 27, uma roda de conversa com a psicóloga Keylla Jung, da Clínica Equilíbrio, tratou principalmente de depressão, tristeza e ansiedade. A psicóloga definiu a depressão como um “achatamento” da energia vital do indivíduo, seja por motivos internos ou externos. Ela deixou claro que depressão não é apenas uma tristeza profunda. A tristeza, na verdade, pode ser uma forma de apresentação emocional da depressão, mas normalmente, no caso da doença, está associada a diversos outros sintomas. Dependendo do caso, a doença pode ser tratada apenas com a psicoterapia, que busca contribuir com o paciente na reformulação da relação com sua vida. O uso de medicação psiquiátrica pode ajudar com os sintomas, mas não dispensa que o paciente trabalhe internamente as questões que o levaram à doença.

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