PERFIL: CONDUTORA DE TRENS QUER TAMBÉM PILOTAR AVIÕES

Ana Carolina Wolf Gambin tem 33 anos, é natural de Porto Alegre, mas atualmente reside em Canoas. Sua trajetória profissional começou desde muito cedo, quando tinha apenas 14 anos ela foi convidada para ser monitora de um curso de português e matemática que à época ela fazia. Hoje ela é graduada em Engenharia Ambiental pela Universidade La Salle, concluído em 2015, e também é Técnica em Plásticos. Ana realizou o concurso e ingressou na empresa em 2008 e conta que foi convocada pela Trensurb quando estava terminando seu estágio do curso técnico.

Ana Carolina está na empresa há 13 anos e, inicialmente, atuou como Agente de Estações e, em 2010 ela se tornou Operadora de Trens, através do processo de progressão interna e, assim, iniciou sua trajetória no Setor de Tráfego (Setra). Ao comentar sobre o trabalho no novo setor e a empresa, Ana destaca que o tempo de casa de alguns funcionários tornam o ambiente amigável: “como em toda empresa há relacionamentos que são mais difíceis, mas o tempo de casa da maioria dos funcionários cria um ambiente amigável onde se pode rir e brincar e isso é algo que me encanta”. Hoje suas principais responsabilidades são revisar e conduzir os trens de forma que todos tenham uma boa viagem. Das curiosidades em sua rotina de trabalho, Ana cita a operação de um trem série 100, por exemplo: “eu não chego e volto no mesmo trem, eu freio e acelero com “as mãos”, no trem “velho” a buzina é no pé, sou eu que falo as estações e também sou eu que abro e fecho as portas. Isso é parte da minha rotina e são as perguntas que mais escuto. Gosto de me sentir útil no que faço”.

Em sua vida pessoal ela gosta muito de viajar, sendo uma das suas viagens favoritas um tour pela Europa com sua irmã. No seu tempo livre, Ana também gosta de estar com seus amigos e familiares, praticar atividades físicas, descansar e ter um tempo para si própria. Ela também pratica meditação e yoga. Ana possui plantas que são muito especiais para ela: “tenho minhas plantas que são minhas filhas; elas alegram e cuidam da minha casa”. Sua paixão, desde nova, está nas coisas que a fazem se sentir viva, como ela mesmo explica: “gosto de tentar entender um pouco de tudo, mas desde nova dizia que eu iria dirigir tudo que tem motor. Falta um avião. Gosto das coisas que me façam sentir viva”.

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