png-wellington-marques-1Equipe que planeja

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com cerca de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 48 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores e um órgão de auditoria interna. Conheça o trabalho da Gerência de Planejamento Corporativo (Gepla).

Quem faz? A equipe da Gepla é formada pela gerente, a administradora Josiane Hensel do Canto, mais um administrador e dois assistentes de serviços.

O que faz? A missão da gerência é ser agente de mudanças, desenvolvendo soluções inovadoras para a gestão. Sua visão é fundamentada na seguinte declaração: “referência de unidade organizacional com papel preponderante na gestão da Trensurb”.

Os processos de trabalho desempenhados pela unidade impactam na gestão de todas as outras unidades organizacionais da empresa. Todas as unidades são demandantes da Gepla e, especificamente, a Presidência, a qual a gerência está diretamente subordinada.

Como faz? Um dos trabalhos contínuos da gerência é o acompanhamento, monitoramento e controle das estratégias definidas no planejamento estratégico, além de coordenar o seu processo de revisão para assegurar a permanente eficiência no desempenho das atividades. As estratégias são definidas considerando a análise dos ambientes externo e interno e as diretrizes do governo federal para a administração pública e para as empresas estatais.

A gestão por processos que atualmente prioriza a elaboração e revisão de normas de procedimentos gerais está centrada em normatizar os processos internos de trabalho buscando a padronização e a eficácia dos mesmos, priorizando a qualidade dos serviços e a segurança do trabalho.

A Gepla também é responsável pelo processo de gestão de riscos, em fase final de implantação, e pela formulação dos relatórios anuais de prestação de contas da empresa.

Além dos macroprocessos citados, a gerência tem sob sua gestão dois setores: o Setor de Planejamento e o Setor de Responsabilidade Socioambiental.

Onde fica? Localizada no prédio administrativo da Trensurb, no pátio da empresa, em Porto Alegre, no bairro Humaitá.

Fé e superação

Omar Slaviero tem 58 anos e é natural de Flores da Cunha. Formou-se técnico em eletrônica pela Escola Técnica Federal de Pelotas no ano de 1982. Dois anos depois, ingressou na Trensurb por meio de seleção pública.

Trabalhando no Setor de Sinalização (Sesin), ele atua diretamente com a correção de falhas nos bloqueios eletrônicos das estações. “É um sistema complexo e interessante, então não caímos na rotina de fazer sempre a mesma coisa. Cada vez tem um defeito diferente e um efeito diferente. É como um quebra-cabeça, nunca fica naquela monotonia”, afirma. Um dos pontos que considera positivos no seu dia a dia é a oportunidade de interagir com diversos colegas que atuam nas estações.

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Controle das finanças

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com cerca de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 48 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores e um órgão de auditoria interna. Conheça o trabalho da Gerência de Orçamento e Finanças (Georf).

Quem faz? Enquanto unidade administrativa da Trensurb, a Georf é constituída por apenas uma pessoa, o gerente Jair Bernardo Corrêa, administrador de empresas formado pela Unisinos, que possui pós-graduações em logística, pela UFRGS, administração da tecnologia da informação, pela Unisinos, e gestão de negócios, pela Fundação Dom Cabral.

À gerência, no entanto, estão vinculados três setores: de Orçamento (Seorc), de Pagamentos e Receitas (Separ) e de Contabilidade e Patrimônio (Secop). Incluindo a gerência e os três setores, são 27 empregados, entre contadores, administradores, técnicos administrativos, técnicos contábeis e assistentes. Há, também, estagiários das áreas de ciências contábeis e administração de empresas. A Georf responde diretamente à Diretoria de Administração e Finanças da empresa. 

O que faz? As atividades desenvolvidas pela Georf e seus setores são: orientação, coordenação e controle da execução das diretrizes estabelecidas pela Diretoria de Administração e Finanças para as atividades de orçamento, receitas, guarda e aplicação dos recursos financeiros, acompanhamento das despesas, pagamentos, apuração de tributos, atividades contábeis e de controle dos bens patrimoniais.

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Busca pelo aperfeiçoamento e um pouco de sorte

Frank Alves Ferreira, de 27 anos, é natural de Santana da Boa Vista, no interior do estado, e conheceu a Trensurb quando cursava engenharia civil na Universidade Federal do Rio Grande. Ele teve a oportunidade de visitar a empresa em dois momentos de crescimento: o primeiro foi durante a expansão da linha do metrô até Novo Hamburgo; mais tarde, visitou as obras do aeromóvel. O engenheiro fez o concurso para a Trensurb em 2013, enquanto ainda estava na faculdade. Quando se formou, em 2015, ingressou em um mestrado em engenharia de transportes pela Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo. Logo, foi convocado para trabalhar na empresa. Frank diz que teve “um pouco de sorte”, pois quando iniciou o trabalho na Trensurb, já havia concluído as disciplinas presenciais do mestrado e pôde seguir a pesquisa à distância, tendo reuniões de orientação via internet.

Frank faz parte do Setor de Planejamento e Projetos de Mobilidade Urbana (Semob), que tem como uma de suas principais atribuições o planejamento da integração do sistema metroviário a outros modais de transporte, como ônibus e bicicletas. Recentemente, o engenheiro e seus colegas desenvolveram um novo mapa interativo de linhas de ônibus integradas ao metrô, já disponível no site da Trensurb.

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Desenvolvendo o aeromóvel

Para que os trens operem todos os dias, a Trensurb conta com um quadro funcional com cerca de mil empregados que atuam em diversas áreas e garantem o bom funcionamento do metrô, o planejamento e a gestão da empresa. As 48 unidades organizacionais da Trensurb estão divididas entre três diretorias, duas superintendências, 14 gerências, 28 setores e um órgão de auditoria interna. Conheça o trabalho do Centro de Desenvolvimento Operacional Aplicado à Tecnologia Aeromóvel (Cedaer).

Quem faz? Gerência vinculada à Superintendência de Desenvolvimento e Expansão (Sudex), o Cedaer conta com duas pessoas: o gerente Davi Martins Lamas Vital, que é engenheiro eletricista, e uma técnica em administração. Três unidades organizacionais estão subordinadas ao Centro. São 13 empregados na Coordenação de Desenvolvimento Operacional (CDO), dez na Coordenação de Desenvolvimento de Manutenção (CDM) e dois na Coordenação de Desenvolvimento de Projetos, Estudos e Pesquisas (CDP).

O que faz? Os processos correspondentes ao Cedaer são o transporte de passageiros pelo aeromóvel, manutenção, desenvolvimento de melhorias e o aprimoramento do modal. A linha já transportou mais de 4 milhões de usuários e atualmente mantém média de aproximadamente 80 mil passageiros mensais. Segundo o gerente Davi, “é gratificante ver um modal novo surgindo e passando a fazer parte da rotina das pessoas. Considero importante e necessário avançarmos em novas tecnologias e entendermos o que cada uma tem a contribuir para a evolução das cidades”.

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Tudo ótimo

“Tudo que eu tenho, devo à empresa”, afirma o operador de trens Lino Roberto Andrade dos Santos, de 56 anos. É expressando esse sentimento de gratidão que ele começa sua entrevista com nossa equipe. Natural e morador de Porto Alegre, Lino está há 33 anos na empresa, trabalhando com satisfação e alegria.

O metroviário conta que, antes de ingressar na Trensurb, teve experiências profissionais atuando em gráficas e como auxiliar administrativo. No tempo em que era proprietário de uma gráfica, em sociedade com seu cunhado, sua mãe soube que havia um processo seletivo para trabalhar na Trensurb e sugeriu que ele se inscrevesse. Após participar do processo, ser aprovado e contratado, iniciou sua trajetória na empresa trabalhando nas estações. Por três décadas, Lino seguiu atuando nas estações, porém ele afirma que só encontrou a função com a qual mais se identifica há três anos, quando passou a atuar como operador no Setor de Tráfego (Setra). “Trabalhei durante 30 anos nas estações e lá adquiri muitas experiências. Mas quando eu vim para o Setra foi quando me encontrei na empresa”, declara.

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